O ministro da
Fazenda, Joaquim Levy, depois do rebaixamento do rating brasileiro pela S&P, reafirmou o compromisso do governo
brasileiro com a consolidação fiscal. A nota foi distribuída pelo
Palácio do Planalto.
Segundo ele, o processo para garantir a meta de superávit primário de 0,7%
no ano que vem será completado nas próximas semanas, com o envio de
propostas na área de gastos e receitas discutidas com o Congresso
Nacional, além de ações de caráter estrutural nos próximos meses.
"O
governo entende que o esforço fiscal é essencial para equilibrar a
economia em um ambiente global de incerteza e, juntamente com
iniciativas microeconômicas, aumentar a produtividade do país e criar as
condições para a retomada do crescimento na esteira do fim do boom das
commodities", disse o ministro.
Levy destacou as medidas
macroeconômicas tomadas desde o começo do ano, como a redução de
subsídios, o corte de R$ 78 bilhões de despesas discricionárias e
votação de medidas do ajuste fiscal. "Esse esforço complementa as
medidas macroeconômicas tomadas desde o começo do ano que já tem se
refletido no processo de reequilíbrio das contas externas e na queda das
expectativas de inflação para 2016 e 2017 entre outros indicadores",
completou.
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