O novo adido agrícola em Bruxelas, na União Europeia, Márcio Rezende
Evaristo Carlos, disse que a atuação do adido agrícola tem no seu
fundamento a articulação e facilitação nas interações entre o Brasil e
os seus parceiros comerciais. Os adidos agrícolas terão 60 dias, a
partir da nomeação, para começarem suas atividades no exterior.
Segundo ele, um adido agrícola, além do conhecimento técnico, deve conhecer
bem o funcionamento, a estrutura e os canais de interlocução tanto no
governo brasileiro, quanto no país ou bloco em que vai atuar.
Para Márcio, a União Europeia é um dos principais parceiros
comerciais do Brasil nos produtos do agronegócio. “Pretendo incrementar o
diálogo no nível técnico com o objetivo de estabelecer bases sólidas
para a manutenção e expansão do intercâmbio comercial, buscando sempre a
negociação e o estabelecimento de acordos que permitam melhor acesso
dos produtos brasileiros ao mercado europeu”, comentou.
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