terça-feira, 21 de abril de 2015

Companhia de tecnologia Stefanini faz aquisições no exterior para ampliar internacionalização

      A companhia de tecnologia da informação Stefanini, depois de um ano sem fazer aquisições, volta às compras. A empresa fez duas compras este ano no Brasil e está avaliando ativos no exterior para ampliar ainda mais seu grau de internacionalização.
      A Stefanini comprou dez empresas em cinco anos até 2013 e viu seu faturamento anual saltar de R$ 510 milhões para R$ 2,11 bilhões no período. As aquisições foram essenciais para a estratégia de internacionalização da companhia. “É muito difícil crescer no exterior começando do zero”, explica o sócio-fundador e presidente da companhia, Marco Stefanini.
      Em 2014, a empresa pisou no freio e parou de comprar. A ordem era organizar a casa e absorver as empresas adquiridas. “Estávamos nos preparando para um novo ciclo de crescimento, que começou este ano”, diz o fundador da empresa.
      No ranking das empresas brasileiras mais internacionalizadas da Fundação Dom Cabral (FDC) de 2014, a Stefanini foi a líder entre as companhias com maior número de subsidiárias lá fora (32), acima de gigantes como a fabricante de equipamentos Weg, com 31 filiais) e a mineradora Vale, com 27. No mesmo estudo, ela aparece na sexta posição em número de funcionários fora do país, atrás de InterCement (da Camargo Corrêa), Marfrig, JBS, Metalfrio e Gerdau.

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