Houve
redução também nas vendas de óxidos e hidróxidos de
alumínio, automóveis e partes, óleos combustíveis, veículos de carga e
motores para veículos. Em semimanufaturados, o tombo foi de 30,8%,
passando de US$ 129,6 milhões para US$ 89,7 milhões a média por dia útil
em razão de açúcar em bruto, celulose, couros e peles, óleo de soja em
bruto e ferro fundido. As vendas de básicos foram o contraponto, subiram
3,2% influenciadas por petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de
soja e minério de cobre.
As importações não seguiram o mesmo
movimento e mesmo com o dólar em alta frente o real, as compras no exterior
avançaram 16,5%, passando de US$ 671,3 milhões para US$ 782 milhões.
Esse incremento aconteceu por causa dos gastos maiores com combustíveis e
lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos,
químicos orgânicos/inorgânicos, plásticos e obras, adubos e
fertilizantes e farmacêuticos.
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