As exportações brasileiras de cerâmica, ladrilhos, porcelanato e outros produtos do segmento alcançaram 113 países em todos os continentes no ano passado, proporcionando receitas de US$ 279,8 milhões, colocando o país entre os principais competidores no disputado mercado global, onde os maiores rivais são a Itália e a China. Os principais polos ceramistas do Brasil estão em São Paulo e Santa Catarina, mas o Nordeste começa a expandir sua produção e vendas externas.
O superintendente da Anfacer (a associação das indústrias do setor), Antonio Carlos Kieling, afirmou que "as fábricas nacionais de revestimento chegaram a um nível de arte" e apresentam uma das maiores produtividades mundiais. O superintendente de exportação da Portobello, uma das líderes tanto no mercado interno como nas exportações, Luiz Felipe Lenzi Brito, disse que "as perspectivas de crescimento são positivas, principalmente com o aquecimento do mercado norte-americano".
O executivo ressaltou que a sua empresa concentra os embarques para o exterior basicamente na linha de porcelanato nobre. Lenzi e Kieling, no entanto, criticaram a permanência das barreiras que dificultam os negócios internacionais, como a instabilidade cambial, o Custo Brasil e a falta de políticas públicas de estímulo às exportações.
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