A Superintendência do Porto do
Rio Grande, a Secretaria de Transportes e Mobilidade e a Secretaria de
Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul
estão desde o inicio do ano motivadas na busca pela continuidade do Polo Naval Gaúcho.
Entre Rio Grande e São José do Norte são três estaleiros que fazem parte do
complexo do Porto Organizado do Rio Grande. A conservação das obras na região é
vista como prioridade pelos órgãos do Governo do Estado.
“Desde que assumi a
Superintendência tenho mantido constante diálogo com a direção dos estaleiros
em busca da regularização das áreas, não realizadas na última gestão, de cada
um deles para que a operação possa continuar de forma dinâmica”, afirma o
superintendente Janir Branco. A direção da SUPRG tem trabalhado para manter a
viabilidade dos empreendimentos junto aos órgãos reguladores e a Secretaria de
Portos.
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia através
do secretário Fábio Branco têm mantido contato com a direção do consórcio QGI e
oferecido todo o suporte necessário ao empreendimento. Além disso, a pasta trabalha pela busca de
novos sistemistas para a atividade naval que possam ser instalados em Rio
Grande.
“As negociações estão ocorrendo e não estamos
acomodados com a situação. Queremos que o QGI e a Petrobras entrem em acordo
para que as plataformas sigam na cidade. O Estaleiro do QGI está ao lado do
Porto Novo com uma grande estrutura pronta para o desenvolvimento dos projetos.
Na última semana estivemos com a direção da empresa garantindo o apoio do
Governo para a continuidade das obras”, explica Janir Branco. Além de
movimentar emprego e renda na cidade, a atividade do Polo Naval faz parte da
estrutura portuária e áreas ociosas são prejuízos para todo o complexo.
“A
atividade naval não será salva com frase de efeito e muitas de nossas
atividades não tem publicidade. Tanto a SUPRG quanto o secretário Fábio Branco
estão trabalhando de forma ativa para a solução desse impasse. Estamos unidos
aos diversos setores da sociedade que querem a continuidade dos projetos e
trabalhando para que isso aconteça”, conclui Branco.

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