Mas sem a autorização, as chances são praticamente nulas de que alguma ferrovia entre na nova rodada de concessões que serão anunciadas em breve. Até agora, o governo só confirmou a intenção de conceder os aeroportos de Salvador, Florianópolis e Porto Alegre e serviços de dragagem em três portos, Santos, Paranaguá e Rio Grande. Há também o desejo de incluir pelo menos quatro trechos rodoviários e alguma hidrovia.
A solução para as estradas de ferro deve ser o lançamento de um pacote para que as concessionárias invistam em melhorias na malha atual, possivelmente em troca de extensões dos contratos.
Há também expectativa de que possa ser concedido um trecho da Ferrovia Norte-Sul, entre Porto Nacional (TO) e Estrela d’Oeste (SP). Como o trecho já está sendo construído pela Valec, avalia-se que a concessão isolada da operação tenha maior potencial de atrair interessados.
O desinteresse das empreiteiras é o principal motivo de ter encalhado o edital do primeiro trecho do programa, que prevê a construção da chamada Ferrovia da Soja, entre Lucas do Rio Verde (MT) e Campinorte (GO).

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