Os caças Dassault Rafale, preteridos pelo governo brasileiro, que optou pelos suecos Gripen, da Saab, se tornaram o principal
produto de exportação militar da França e devem levar o país à segunda
posição mundial em comércio de armas do mundo neste ano, à frente da
Rússia e atrás apenas dos Estados Unidos.
Os pilotos da Força Aérea do Catar também serão treinados em solo francês, e todos os equipamentos serão produzidos na França, sem transferência de tecnologia. Como o Brasil, o Catar também já possuía aparelhos do país, com 12 aviões de caça Mirage 2000 ainda em atividade, uma esquadrilha que agora será integrada pelos Rafales. O Catar é hoje um dos maiores investidores externos na França. Fundos do país são donos de hotéis de luxo (como o Carlton, de Cannes) a clubes de futebol, como o Paris Saint-Germain (PSG).

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