O diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), Roberto
Azevêdo, considera este um momento oportuno
para avançar em temas importantes para a organização e para o Brasil. Ele está no Brasil para conversas com o governo e empresários e estima
que até julho os países membros da organização vão apresentar um
programa de trabalho para facilitação do comércio no mundo. Esses temas
devem ser discutidos na próxima conferência da OMC, em Nairóbi, em
dezembro. Para o Brasil, três temas serão muito importantes,
relativos à agricultura -subsídios internos, acesso a mercados e
subsídios a importações. Assuntos relacionados à indústria e ao setor de
serviços também terão destaque, afirmou Azevêdo. O embaixador admite que há dificuldades para se avançar nesse terreno. Desde
2001, a rodada Doha está em andamento, travada desde 2008. "As
dificuldades permanecem", e serão necessárias propostas "criativas o
suficiente" para superá-las, entende. "É Importante que todos os
países estejam preparados para um engajamento negociador.
Negociação é difícil, mas claramente não é uma negociação impossível," acrescenta.

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