Ao participar da posse da nova diretoria do Fórum Nacional dos
Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), a ministra Kátia Abreu
(Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse que defesa agropecuária será
“prioridade máxima” da pasta nesta gestão. A ministra apresentou os principais pontos do Planejamento Nacional de Defesa
Agropecuária, projeto que está sendo elaborado pelo MAPA em parceria com
estados e entidades que atuam na área. “A prioridade máxima do ministério é a defesa agropecuária”, disse a ministra
aos integrantes do Fonesa, que passará a ser presidido pelo diretor da Agência
de Defesa Agropecuária do Paraná, Inácio Afonso Kroetz. Kátia Abreu espera que o Plano Safra deste ano reserve mais recursos federais
para a área, demanda que foi levada ao ministro Joaquim Levy (Fazenda) durante
reunião na semana passada. “Eu disse ao ministro Joaquim Levy que, se o produtor ficar sem dinheiro para
defesa agropecuária, as exportações vão cair. Nós estamos cuidando das finanças
do país”, completou. O programa, que também tentará diminuir entraves burocráticos, deverá ser
lançado nacionalmente durante cerimônia no Palácio do Planalto, com presença de
organismos internacionais.
“Vamos mostrar que podemos dar um salto para aprimorar e reorganizar todos os pontos da defesa agropecuária”, afirmou a ministra. “Temos que diminuir a carga e a pressão da burocracia em cima dos produtores, mas dar duro na fiscalização quando houver algo de errado”, completou. Os recursos para defesa agropecuária serão distribuídos aos estados de acordo com regras “técnicas e rigorosas”, afirmou Kátia Abreu. Alguns dos critérios serão localização em região de fronteira, participação em programas de erradicação de doenças e pragas, alimentação em dia da base de dados da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) e fundos emergenciais para doenças.
“Vamos mostrar que podemos dar um salto para aprimorar e reorganizar todos os pontos da defesa agropecuária”, afirmou a ministra. “Temos que diminuir a carga e a pressão da burocracia em cima dos produtores, mas dar duro na fiscalização quando houver algo de errado”, completou. Os recursos para defesa agropecuária serão distribuídos aos estados de acordo com regras “técnicas e rigorosas”, afirmou Kátia Abreu. Alguns dos critérios serão localização em região de fronteira, participação em programas de erradicação de doenças e pragas, alimentação em dia da base de dados da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) e fundos emergenciais para doenças.

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