quinta-feira, 20 de agosto de 2015

GKO amplia leque de serviços para atender modal aquaviário

       O diretor comercial da GKO, Ricardo Gorodovitz, disse que a empresa está ampliando seu leque de serviços. Explicou que a atual matriz de transporte do país não reflete adequadamente o potencial hídrico e ferroviário que as grandes distâncias sugerem aproveitar e o investimento em infraestrutura é fundamental para desenvolver uma logística eficaz. Para isso, segundo ele, é preciso superar problemas crônicos como falta de planejamento e investimentos e outros modal, além do rodoviário.
      “Enquanto isso não acontecer, estaremos limitados à utilização periférica destes modais, em particular no transporte por ferrovias e por canais hídricos ou cabotagem, cujo potencial é imenso”, diz. Por conta deste potencial, inclusive, a companhia aposta em incluir seu serviço, o GKO Frete, na cabotagem.
       A ferramenta tem como um de seus objetivos facilitar e automatizar processos, entre os quais aqueles que se referem à migração de dados entre os diversos ambientes disponíveis nas empresas e, por isso, se integra a qualquer ERP adotado no mercado nacional, bem como permite a integração com transportadoras enviando notas fiscais embarcadas e pré-faturas, e importando conhecimentos, faturas e ocorrências no padrão Proceda, além da exportação de notas fiscais.
       Segundo Gorodovitz, o GKO Frete, bem como outros produtos da companhia, têm por finalidade a gestão de transportes, não somente a gestão do transporte rodoviário. “As empresas usuárias já estão operando hoje com transporte aquaviário, obtendo os benefícios que o sistema oferece de forma geral: redução de custos por meio de auditoria de fretes e simulações, acompanhamento de entregas, planejamento de embarques, controle de impostos para créditos, e assim por diante. Por isso mesmo, vemos potencial neste modal”, explica.
       Para ele, ainda que ás vezes sejam necessários investimentos para transformar um rio numa “estrada hídrica”, algumas indústrias poderiam aproveitar o tremendo manancial que temos no Brasil, com um conjunto de rios navegáveis de grande extensão, uma costa marítima fantástica e, alguns bons portos. “Em tese, o uso do modal marítimo, incluindo a cabotagem, permitiria uma menor agressão ao meio ambiente, e uma excelente precificação, restrita, porém a determinados segmentos econômicos”, concluiu.

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