O diretor comercial da GKO, Ricardo Gorodovitz, disse que a empresa está ampliando seu leque de serviços. Explicou que a atual matriz de transporte do país não
reflete adequadamente o potencial hídrico e ferroviário que as grandes
distâncias sugerem aproveitar e o investimento em infraestrutura é
fundamental para desenvolver uma logística eficaz. Para isso, segundo
ele, é preciso superar problemas crônicos como falta de planejamento e
investimentos e outros modal, além do rodoviário.
“Enquanto isso não
acontecer, estaremos limitados à utilização periférica destes modais, em
particular no transporte por ferrovias e por canais hídricos ou
cabotagem, cujo potencial é imenso”, diz. Por conta deste potencial, inclusive, a companhia aposta em incluir
seu serviço, o GKO Frete, na cabotagem.
A ferramenta tem como um de seus
objetivos facilitar e automatizar processos, entre os quais aqueles que
se referem à migração de dados entre os diversos ambientes disponíveis
nas empresas e, por isso, se integra a qualquer ERP adotado no mercado
nacional, bem como permite a integração com transportadoras enviando
notas fiscais embarcadas e pré-faturas, e importando conhecimentos,
faturas e ocorrências no padrão Proceda, além da exportação de notas
fiscais.
Segundo Gorodovitz, o GKO Frete, bem como outros produtos da
companhia, têm por finalidade a gestão de transportes, não somente a
gestão do transporte rodoviário. “As empresas usuárias já estão operando
hoje com transporte aquaviário, obtendo os benefícios que o sistema
oferece de forma geral: redução de custos por meio de auditoria de
fretes e simulações, acompanhamento de entregas, planejamento de
embarques, controle de impostos para créditos, e assim por diante. Por
isso mesmo, vemos potencial neste modal”, explica.
Para ele, ainda que
ás vezes sejam necessários investimentos para transformar um rio numa
“estrada hídrica”, algumas indústrias poderiam aproveitar o tremendo
manancial que temos no Brasil, com um conjunto de rios navegáveis de
grande extensão, uma costa marítima fantástica e, alguns bons portos.
“Em tese, o uso do modal marítimo, incluindo a cabotagem, permitiria uma
menor agressão ao meio ambiente, e uma excelente precificação,
restrita, porém a determinados segmentos econômicos”, concluiu.
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