O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG),
afirmou nesta sexta-feira que este 1º de maio será lembrado como o dia
da vergonha, em que a presidente Dilma Rousseff (PT) "se acovardou". "A
presidente não teve coragem de dizer aos trabalhadores que eles vão
pagar o preço mais duro do ajuste", criticou, logo após chegar ao
evento da Força Sindical para comemorar o Dia do Trabalho, na capital
paulista.
Segundo Aécio, Dilma se esconde daqueles que vêm sustentando o
Brasil. "Os trabalhadores não têm nada a celebrar", disse. O senador
comentou ainda a notícia de que a Petrobras teria destruído áudios das
reuniões do Conselho de Administração. "Isso é extremamente grave",
acusou.
O senador adiantou que o PSDB convocará o presidente da estatal,
Aldemir Bendine, para esclarecer na CPI se houve inutilização de provas. Questionado
se o ex-presidente Lula, também do PT, pode ser preso devido a envolvimento em
irregularidades, Aécio ponderou não ter informações "para se chegar a tanto".

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