sábado, 2 de maio de 2015

Aécio acusa Dilma de se "acovardar" não tendo coragem de dizer aos trabalhadores que "eles vão pagar o preço mais duro do ajuste"

      O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta sexta-feira que este 1º de maio será lembrado como o dia da vergonha, em que a presidente Dilma Rousseff (PT) "se acovardou". "A presidente não teve coragem de dizer aos trabalhadores que eles vão pagar o preço mais duro do ajuste", criticou, logo após chegar ao evento da Força Sindical para comemorar o Dia do Trabalho, na capital paulista. 

      Segundo Aécio, Dilma se esconde daqueles que vêm sustentando o Brasil. "Os trabalhadores não têm nada a celebrar", disse. O senador comentou ainda a notícia de que a Petrobras teria destruído áudios das reuniões do Conselho de Administração. "Isso é extremamente grave", acusou. 

      O senador adiantou que o PSDB convocará o presidente da estatal, Aldemir Bendine, para esclarecer na CPI se houve inutilização de provas. Questionado se o ex-presidente Lula, também do PT, pode ser preso devido a envolvimento em irregularidades, Aécio ponderou não ter informações "para se chegar a tanto".

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