A Construtora OAS, com dívida de R$ 7,7 bilhões e na lista das principais empreiteiras
investigadas pela Operação Lava-Jato, está transformando o
município paulista de São Bernardo do Campo, administrado pelo PT, num
canteiro de obras paradas. Responsável por 90% das obras da cidade,
berço petista, a empreiteira parou de executar a construção do piscinão
do projeto Drenar, em torno do Paço Municipal, a drenagem dos principais
córregos de bairros da periferia, as obras do Corredor Leste-Oeste e de
conjuntos habitacionais. A OAS também é sócia do Grêmio na empresa que administra o moderno estádio do tricolor gaúcho, construído pela empreiteira. A atual diretoria do clube, insatisfeita com o contrato firmado com a empreiteira, tenta comprar o estádio, mas, em virtude das circunstâncias envolvendo os principais diretores da construtora, não encontra interlocutor na OAS para discutir o negócio.

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