O governo da China reduzirá tarifas de importação para 1.585 itens
sujeitos a impostos a partir de 1º de novembro na busca por modernizar o
parque industrial, o corte custos corporativos e atender à demanda
nacional. A decisão foi tomada em uma reunião executiva do Conselho de Estado comanda pelo primeiro-ministro, Li Keqiang, nesta segunda-feira, 1º de outubro.
A nova política seguirá uma série de cortes tarifários este ano, que
economizarão 60 bilhões de yuans (US$ 8,7 bilhões) para as empresas e
consumidores, segundo um comunicado divulgado depois do encontro. Com a nova medida, a taxa tarifária geral do país cairá para 7,5% ante os 9,8% em 2017.
As taxas médias para os equipamentos mecânicos e elétricos, como
máquinas de construção, que têm grande demanda, serão rebaixadas de
12,2% para 8,8%.
Para os têxteis e materiais de construção, a taxa média cairá de
11,5% para 8,4%, enquanto para os produtos de recursos e itens
primários, de 6,6% a 5,4%. Os cortes tarifários envolvem também os setores de cerâmica, aço e
alguns produtos baseados em recursos e, principalmente, produtos
processados.
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