O Porto belga de Antuérpia vem aplicando esforços no
desenvolvimento sustentável do complexo, por meio de ações que agregam
valor, defendem a posição competitiva do porto e cuidam do meio
ambiente. Considerado um dos principais portos da Europa, Antuérpia
conta com um calado que permite a operação dos maiores navios
porta-contentores do mundo. Recentemente, inclusive, o segundo maior
navio porta-contentores em todo o mundo, o MSC Zoe (19,224 TEU), atracou
por ali.
Conectado com destinos no exterior, tendo serviços diretos para 1300
portos em todo o mundo, o Porto de Antuérpia, segundo a sua
autoridade portuária, tem a maior frequência de serviço de contêineres
diretos semanais em 5 das 6 zonas de navegação, entre as quais a América
Latina, de todos os portos europeus.
Quanto às cargas fracionadas, o
porto, hoje, tem a maior cota do mercado europeu. Mas, para se
destacar na concorrência no mercado mundial, as empresas têm recorrido,
ali, a uma cadeia de fornecimento sustentável, flexível e eficiente, em
que todas as pontas da cadeia devem desempenhar um papel decisivo. Isso,
na prática, significa que há um foco na gestão da infraestrutura, com
pontes, cais, bem como estradas que dão acesso ao porto.
Um exemplo dos esforços de Antuérpia para otimizar
cadeias de suprimentos de seus clientes é o fato de que o porto está
avançando nas condições para a navegação interior e para o transporte
ferroviário. O objetivo é transformar o transporte do complexo
ainda mais eficiente e ágil. Segundo a autoridade portuária, as medidas
incluem investimentos em infraestrutura para um aumento da capacidade de
transporte e em melhorias de processo para uma maior eficiência.
O Porto de Antuérpia também tem facilitado o
acesso a serviços intermodais e aumentado a frequência dos serviços
intermodais com centros econômicos estratégicos existentes na Europa
para garantir uma conectividade otimizada. A cooperação com muitos
terminais e portos de navegação interior, como Duisport, é parte deste
esforço de transferência modal. Trens e barcaças já respondem por 51% de
todos os transportes de carga que passam através da porta e a meta é
aumentar este percentual para 60% até 2030.
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