sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Porto de Antuérpia investe no desenvolvimento sustentável com ações que aumentam a competitividade e protegem o meio ambiente

         O Porto belga de Antuérpia vem aplicando esforços no desenvolvimento sustentável do complexo, por meio de ações que agregam valor, defendem a posição competitiva do porto e cuidam do meio ambiente. Considerado um dos principais portos da Europa, Antuérpia conta com um calado que permite a operação dos maiores navios porta-contentores do mundo. Recentemente, inclusive, o segundo maior navio porta-contentores em todo o mundo, o MSC Zoe (19,224 TEU), atracou por ali.
         Conectado com destinos no exterior, tendo serviços diretos para 1300 portos em todo o mundo, o Porto de Antuérpia, segundo a sua autoridade portuária, tem a maior frequência de serviço de contêineres diretos semanais em 5 das 6 zonas de navegação, entre as quais a América Latina, de todos os portos europeus.
          Quanto às cargas fracionadas, o porto, hoje, tem a maior cota do mercado europeu. Mas, para se destacar na concorrência no mercado mundial, as empresas têm recorrido, ali, a uma cadeia de fornecimento sustentável, flexível e eficiente, em que todas as pontas da cadeia devem desempenhar um papel decisivo. Isso, na prática, significa que há um foco na gestão da infraestrutura, com pontes, cais, bem como estradas que dão acesso ao porto.
        Um exemplo dos esforços de Antuérpia para otimizar cadeias de suprimentos de seus clientes é o fato de que o porto está avançando nas condições para a navegação interior e para o transporte ferroviário. O objetivo é transformar o transporte do complexo ainda mais eficiente e ágil. Segundo a autoridade portuária, as medidas incluem investimentos em infraestrutura para um aumento da capacidade de transporte e em melhorias de processo para uma maior eficiência.
         O Porto de Antuérpia também tem facilitado o acesso a serviços intermodais e aumentado a frequência dos serviços intermodais com centros econômicos estratégicos existentes na Europa para garantir uma conectividade otimizada. A cooperação com muitos terminais e portos de navegação interior, como Duisport, é parte deste esforço de transferência modal. Trens e barcaças já respondem por 51% de todos os transportes de carga que passam através da porta e a meta é aumentar este percentual para 60% até 2030.

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