O presidente da ATP (Associação de Terminais Portuários Privados),
Murillo Barbosa, afirmou que a autonomia dos portos privados oferece resultados
concretos em relação à competitividade dos TUPs (Terminais de Uso
Privado) no setor, principalmente em momentos de economia conturbada. “O
gestor privado conta com maior liberdade e pode montar e modificar o
seu corpo técnico sempre que achar necessário. Diversas pesquisas
apontam que uma equipe bem estruturada e engajada nos propósitos da
empresa alcançam resultados positivos”, avaliou.
Para o representante da entidade, a agilidade para colocar em prática
decisões estratégicas garantem impactos positivos diretos na qualidade
dos serviços prestados, na produtividade e na contratação de serviços e
mão de obra. No começo desse ano mais de R$ 2 bilhões em concessões para investimentos privados em terminais de uso privado foram realizados.
O aporte, de acordo com a SEP (Secretaria Especial de Portos) foi feito
por grupos empresariais interessados na construção dos terminais em
pontos estratégicos do país. Fator que para eles é de extrema
importância para manter aquecido o setor que ainda carece de estrutura
para gerar ganhos de eficiência e reduzir custos com a importação e
exportação. Além dos investimentos anunciados em janeiro de 2016 a SEP
planeja ainda publicar outros 21 editais para arrendamentos neste
primeiro semestre.

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