segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Petrobras nega ter criado empresas de "papel" para construir gasodutos no Nordeste
A Petrobras emitiu nota rebatendo a denúncia feita pelo jornal O Globo de que teria criado companhias de papel para construir uma rede de gasodutos no Nordeste. A publicação informou que uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) concluiu que o contrato assinado em 2005 entre a Transportadora Gasene, constituída pela petrolífera pata executar as obras e a Domínio Assessores aponta que esse escritório de contabilidade, no Rio de Janeiro, teria características de empresa de fachada. A auditoria do Tribunal indicou que a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Combustível (ANP) autorizou a construção e a operação do gasoduto sem analisar os documentos das companhias e sem avaliar se o projeto era adequado. Além disso, segundo o jornal carioca, o empreendimento na Bahia teria os custos superfaturados em mais de 1.800%. A nota da Petrobras explicou que a parceria para a construção do Projeto Gasoduto do Nordeste - Gasene, foi formada por meio de um projeto elaborado pela área financeira da estatal entre 2004 e 2005, com o objetivo de captar recursos para a construção do gasoduto baiano. A companhia informou que foi criada uma SPE (Sociedade de Propósitos Específicos), a Transportadora Gasene, de caráter privado, visando a contratar os financiamentos, construir e operar o Gasene. O comunicado acrescentou que conforme acontece nas estruturas financeiras do gênero, a SPE não tem qualquer ligação societária com a Petrobras.
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