O presidente do BNDES (Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho
deverá ser mantido no cargo até que a presidente Dilma Rousseff encontre um substituto de
prestígio com bom trânsito no mercado de capitais para substituí-lo. Dilma e a Casa Civil queriam que Paulo Rogério Caffarelli, número dois do ex-ministro Guido Mantega (Fazenda), assumisse o comando
do banco, mas ele prefere a presidência do Banco do
Brasil), onde é funcionário de carreira. Com Coutinho no BNDES, Alexandre
Abreu, atual vice-presidente de varejo do BB, perdeu força na disputa
por um posto no comando dos bancos estatais. Ele seria indicado para o
BB. Mas as credenciais de Caffarelli o colocam em vantagem. Reconhecido
por sua habilidade de resolver problemas, Caffarelli passou pela área
de cartões à época da mudança das regras do setor, ajudou a abrir o
capital da BB Seguridade, assumiu a área de atacado (investimentos e
atendimento a grandes empresas) e, depois, foi para a Fazenda com o
objetivo de estreitar a relação com o setor privado, especialmente os
bancos. Na Caixa Econômica Federal (CEF), a ex-ministra Mirian Belchior (Planejamento) é dada como certa.

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