terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Porto de Suape terá que improvisar para exportar coques da Abreu e Lima


O porto pernambucano de Suape precisará improvisar para exportar coques da refinaria de Abreu e Lima, recém inaugurada, por conta da reforma do setor portuário, iniciada em 2012. A necessidade decorre da nova legislação que  impede os terminais públicos de realizar suas próprias licitações, tendo que esperar estes processos serem feitos em Brasília. O complexo estava adiantado em relação ao lançamento do edital para licitar o terminal de granéis sólidos entre 2012 e 2013. O objetivo era de escoar 2 milhões de toneladas de coque de petróleo por ano junto à refinaria. Mas durante este processo foi sancionada a nova reforma portuária, em 2013, que previa que os planejamentos e licitações seriam feitos em Brasília e não mais nas estatais portuárias. O governo refez os estudos nos quais as licitações foram baseadas e atrasou o processo. Dessa forma, Suape ainda espera os resultados. A saída foi utilizar um píer para movimentar a carga e a Petrobrás investir cerca de R$30 milhões para não correr riscos de acidentes ambientais. “Nós já tínhamos traçado nosso plano B caso as coisas não andassem conforme planejamos. Conseguimos nos organizar de uma forma a não ter gargalo” explicou o diretor do porto, Leonardo Cerquinho.

Nenhum comentário:

Postar um comentário