Os fundos de investimento Ashmore e Tarpon, sete anos depois de embarcarem no projeto de construir a maior produtora de etanol do mundo, praticamente saíram do negócio de cana-de-açúcar, que resultou, após
muitos obstáculos, na companhia atualmente denominada Odebrecht
Agroindustrial. A controladora brasileira acabou sozinha no aumento de
capital da subsidiária sucroalcooleira feito em novembro e, com isso, ampliou de 56% para 99,98% sua participação. Os outros acionistas, incluindo a BNDESPar e os dois fundos, tiveram sua fatia reduzida a 0,02%,
ante os cerca de 44% que tinham anteriormente.

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