segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Demissão de Graça Foster deve ocorrer após divulgação do balanço da Petrobras



As pressões para a substituição da presidente Graça Foster e de toda a diretoria da Petrobras estão quase insuportáveis. A cabeça dela, segundo lideranças governistas, já está cortada e só falta ser  entregue. Funcionária de carreira da estatal, ela sabe e já teria confidenciado a amigos que sua situação é insustentável. Foster e sua diretoria não reúnem mais condições de relacionamento com o mercado. Não há mais clima. O apoio da presidente da República, e sua amiga, Dilma Rousseff, a ela só se dará até o dia em que balanço do terceiro trimestre da companhia for aprovado ou divulgado. Este deverá ser o dia de sua demissão, segundo fonte do Palácio do Planalto, em Brasília. A mesma fonte garante que Graça Foster avalia que nesse momento o melhor que ela pode fazer para a Petrobras é sair do comando.

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