As pressões
para a substituição da presidente Graça Foster e de toda a diretoria da Petrobras estão
quase insuportáveis. A cabeça dela, segundo lideranças governistas, já está cortada e só falta ser entregue. Funcionária de carreira da estatal, ela sabe e já teria confidenciado a amigos que sua
situação é insustentável. Foster e sua diretoria não reúnem mais condições de
relacionamento com o mercado. Não há mais clima. O apoio da presidente da República, e sua amiga,
Dilma Rousseff, a ela só se dará até o dia em que balanço do terceiro trimestre
da companhia for aprovado ou divulgado. Este deverá ser o dia de sua demissão,
segundo fonte do Palácio do Planalto, em Brasília. A mesma fonte garante que Graça Foster avalia que nesse momento o melhor que ela pode fazer para a Petrobras é sair do comando.
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