sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Acionistas da CSAV não terão benefícios imediatos na fusão com a Hapag-Lloyd

Os acionistas da CSAV não vão deverão usufruir de todos os benefícios imediatos a partir da conclusão da fusão das suas atividades de transporte de contêineres com a alemã Hapag-Lloyd, mesmo que a chilena CSAV tenha feito uma reserva de ganho em torno de US$ 500 milhões na transação. A companhia sul-americana precisará  aplicar US$ 319 milhões para aumentar o valor acionário na Hapag-Lloyd dos atuais 30% para 34%. A KlausMichael, em conjunto com a Kuhne  é quem investirá mais US$ 137 milhões para ampliar sua participação na Hapag-Lloyd, de 19,7% para 20,7%. O novo capital total de US$ 456 milhões será canalizado pela Hapag-Lloyd até o final deste ano. As transações fazem parte do acordo de acionistas, nos termos da fusão dos negócios de transporte de contêineres da CSAV com a Hapag-Lloyd, que foi concluída esse mês, depois de receber a aprovação regulamentar final. O acordo considerou um capital atual de US$ 4,1 bilhões da Hapag-Lloyd antes da nova injeção de capital.

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