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Já as importações em abril retraíram 10,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em março, a queda havia sido de 7,6%. O recuo é mais intenso do que o previsto na média das projeções dos economistas, a qual apontava para retração de 4% em abril. O superávit comercial da China se ampliou em abril, saindo de US$ 29,86 bilhões para US$ 45,56 bilhões. Esse resultado superou a média das estimativas, que indicava superávit de US$ 40 bilhões.
As importações de petróleo bruto da China ultrapassaram as 30 milhões de toneladas pelo terceiro mês seguido. Em abril, elas cresceram em meio a demanda robusta por refinarias locais que começaram a comprar petróleo no exterior há menos de um ano.
Em abril, a China importou 32,58 milhões de toneladas de óleo cru, o equivalente a 7,96 milhões de barris por dia, conforme os dados preliminares divulgados da Administração Geral da Alfândega. As importações foram 7,6% mais altas do que os 30,3 milhões de toneladas importadas no mesmo mês do ano passado e ficaram praticamente estáveis ante os 32,6 milhões de toneladas de março.
O mercado global de petróleo tem se deprimido nos últimos dois anos, com a oferta superando a demanda. Apesar disso, a demanda chinesa por petróleo tem crescido devido a um crescente número de refinarias locais, às quais passaram a ter o direito de importar óleo cru desde julho do ano passado.
Os esforços da China para reforçar as reservas estratégicas de petróleo também contribuem para aumentar a demanda do país, dizem analistas.
As importações de óleo refinado em abril somaram 2,51 milhões de toneladas, um aumento de 1,6% na comparação com o ano passado. As exportações de produtos refinados saltaram 36% na comparação anual, atingindo 3,68 milhões de toneladas. Já as exportações de óleo cru caíram 41% em abril, para 260 mil toneladas, de acordo com os dados preliminares. Fonte: Dow Jones Newswires.

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