O setor, que estava em alerta pela greve dos petroleiros, iniciada há duas semanas, trabalha agora com a possibilidade de desabastecimento, caso a mobilização continue. "Tivemos um aumento de 10% na procura pelo combustível desde que os bloqueios começaram e alguns postos estão tendo dificuldade para repor o estoque", disse o presidente regional, Jorge Alexandre Marques.
Segundo ele, os problemas ainda são pontuais. A região é abastecida
pelos terminais de Paulínia, Barueri e Guarulhos, todos municípios
paulistas. A manifestação no acesso do terminal da Petrobras em
Paulínia, nesta terça-feira (10) afetava algumas entregas.
"Esperávamos a chegada de um caminhão às 14 horas, mas não veio e
ainda não tivemos retorno se virá. A situação começa a ficar
complicada", disse Ricardo Diniz, gerente do Posto Dez, um dos maiores
de Sorocaba.
Outros setores já são afetados pelos bloqueios. A Soromadeiras
esperava uma carga de madeira do Rio Grande do Sul, mas a carreta ficou
retida num bloqueio próximo de Porto Alegre. A madeireira gaúcha
desistiu de embarcar uma segunda carga. A empresa de Sorocaba tentava a
compra do produto no Paraná para não ficar sem a matéria-prima.
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