terça-feira, 5 de maio de 2015

RioCargo é o primeiro aeroporto latino-americano a firmar contrato com a Iata para obtenção do certificado Ceiv Pharma

      O Riogaleão Cargo, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro (RJ), é o primeiro aeroporto da América Latina a firmar contrato com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) para obtenção do certificado CEIV Pharma (Centre of Excellence for Independent Validators). Para alcançar a certificação, o aeroporto participará de um programa adotado mundialmente, que consiste em auditorias e treinamentos técnicos no terminal de cargas.

       As ações terão o objetivo de garantir que o armazenamento e o transporte de produtos da indústria farmacêutica estejam em conformidade com as melhores práticas e normas operacionais adotadas no mercado internacional, garantindo ainda mais qualidade aos serviços oferecidos e à integridade da cadeia fria, além de reduzir os riscos e custos logísticos para os clientes deste setor estratégico.

      “Hoje, o Riogaleão é uma das principais portas de entrada para os produtos farmacêuticos no país, bens que representam cerca de 20% da receita total do terminal de cargas", destacou o diretor da empresa, Patrick Fehrng. Ele salientou que atualmente o Brasil e a Índia ocupam, empatados, a segunda posição no ranking mundial de países emergentes no mercado farmacêutico de cargas, perdendo apenas para a China.

      O terminal de cargas administrado pela concessionária Rio Galeão tem recebido importantes incrementos e, desde agosto do ano passado, foi iniciado um programa de investimentos de cerca de R$ 20 milhões, destinado à realização de melhorais no terminal. Entre elas, a inauguração de uma nova câmara fria, que possibilitou triplicar a capacidade de armazenamentos de cargas refrigeradas.
 
      Segundo Patrick o certificado CEIV Pharma apoia os terminais logísticos a apresentar qualidade e confiabilidade em seus serviços para as empresas do ramo farmacêutico. Com isso, favorece o crescimento de novos negócios neste setor, que hoje cresce mais de US$ 8 bilhões por ano, no mundo, e que deve chegar a mais de US$ 10 bilhões até 2018, acrescentou o executivo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário