segunda-feira, 11 de maio de 2015

Crise da economia brasileira leva empresários a investir mais nas exportações

       O período turbulento da economia brasileira e a previsão de um cenário ainda sem mudanças significativas até o final do ano, está deixando empresários e gestores, principalmente os que atuam em setores como a mineração, energia, bens de consumo, agropecuária, atacado, química e petroquímica, sem saber qual caminho seguir. Repensar investimentos e abrir o leque de produtos são as opções mais comuns nesse período conturbado. Nesse sentido, a exportação de mercadorias é uma das saídas para muitos produtores.

      Para isso, o Governo Federal anunciou recentemente a criação de um Plano Nacional de Exportações, um conjunto de medidas para estimular e desburocratizar as exportações do Brasil. O objetivo, de acordo com os especialistas, é facilitar a vida dos exportadores. Para Ivan Ramalho, secretário-executivo do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), faltam apenas ajustes de alguns pontos específicos para que o ministro Armando Monteiro possa definir a data de lançamento.

       Michelle Fernandes, diretora de logística e sócia da Next Global, diz torcer pela iniciativa, mas pondera que muitos empreendedores ou produtores tem diversas dúvidas e até mesmo, total desconhecimento no que diz respeito as exportações e o mercador internacional. Um exemplo dessa atuação é o acordo fechado recentemente pela Next Global com mais um agente de negócios nos Estados Unidos.

      A parceria facilitará o ambiente de negócios para empresários brasileiros no país. “A consultoria do Business Plan será completa. Nós seremos capazes de auxiliar desde os tramites referentes à legislação local até a distribuição, marketing e vendas das mercadorias”, explica a especialista.  Michelle Fernandes destaca ainda que o cenário atual é realmente propício para as exportações, pois o Real tem sofrido forte desvalorização. O conselho, portanto, é agir rápido para ter condições de evitar problemas mais graves, caso a crise interna realmente aumente e se estenda além do esperado. (Fonte: Guia Marítimo)

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