segunda-feira, 11 de maio de 2015

Balança comercial brasileira registra superávit de US$ 976 milhões na primeira semana de maio

      A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 976 milhões na primeira semana de maio, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As exportações somaram US$ 4,408 bilhões e as importações, US$ 3,432 bilhões. No ano, a balança comercial brasileira acumulou um déficit de US$ 4,090 bilhões, resultado de US$ 62,339 bilhões de vendas externas e de U$S 66,429 bilhões em importações.

      A média diária das exportações em maio foi de US$ 881,6 milhões, o que significou uma queda de 10,8% em comparação à média diária de US$ 988,2 milhões de maio de 2014. A baixa ocorreu, de acordo com o MDIC, devido a quedas de produtos básicos (-14,2% na comparação anual, de US$ 542,3 milhões para US$ 465,1 milhões), por conta, principalmente, de farelo de soja, minério de ferro, café em grão, carne bovina e de frango, e soja em grão).

      A queda atingiu também as vendas externas de manufaturados (-6,2%, de US$ 317,9 milhões para US$ 298,3 milhões), por conta de aviões, bombas e compressores, motores e geradores, óleos combustíveis, automóveis e autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio, e máquinas para terraplanagem. Já as vendas de semimanufaturados cresceram (+1,5%, de US$ 104,4 milhões para US$ 105,9 milhões), pelo aumento nas exportações de semimanufaturados de ferro/aço, óleo de soja em bruto, catodos de cobre, ferro fundido e ferro-ligas.

      Em relação a abril deste ano, as exportações cresceram 16,3%. Houve alta na média diária nas três categorias: semimanufaturados (+23,3%, de US$ 85,9 milhões para US$ 105,9 milhões), básicos (+23,2%, de US$ 377,4 milhões para US$ 465,1 milhões) e manufaturados (+8,4%, de US$ 275,2 milhões para US$ 298,3 milhões).

      A queda nas importações foi ainda maior. A média diária de maio caiu 28,1% em relação ao mesmo período do ano passado, de US$ 686,4 milhões para US$ 954,3 milhões. Houve queda nas compras externas de adubos e fertilizantes (-56,0%), veículos automóveis e partes (-35,8%), equipamentos mecânicos (-31,4%), siderúrgicos (-30,7%) e combustíveis e lubrificantes (-29,8%).

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