quarta-feira, 15 de abril de 2015

Grupo DHL eleva receitas em 3,1% em 2014 e alcança metas de EBIT para o exercício

      O Grupo Deutsche Post DHL elevou suas receitas e alcançou suas metas de EBIT e fluxo de caixa no ano de 2014. Comparado ao período anterior, as receitas aumentaram em 3,1%, saltando para 56,6 bilhões de euros.
      As receitas, organicamente, do grupo cresceram 4,2% em 2014, apoiadas pelos ganhos de volume e receita nos serviços expressos internacionais e nas empresas de encomendas alemãs, em particular. A companhia registrou ainda um aumento do EBIT em 3,5% ou 100 milhões de euros. Desta forma, os lucros operacionais encerraram o exercício de 2014 dentro da faixa esperada de 2,9 a 3,1 bilhões de euros.
       A expectativa para este ano, ainda que a previsão para a economia mundial seja de crescimento moderado e com novos investimentos estratégicos planejados, o Grupo Deutsche Post DHL espera que 2015 seja um ano de crescimento com um aumento dos lucros operacionais para algo entre 3,05 e 3,2 bilhões de euros. Embora a divisão de e-commerce e encomendas esteja prevista para contribuir com pelo menos 1,3 bilhões de euros para alcançar este total, as divisões da DHL devem continuar a ampliar seus lucros na direção de um EBIT entre 2,1 e 2,25 bilhões de euros durante o ano.
      Na divisão de Global Forwarding, os resultados serão fortemente influenciados pelos custos – tanto diretos quanto indiretos. O grupo planeja manter as despesas em cerca de 350 milhões de euros em 2015. Além disso, a empresa espera gerar fluxo de caixa livre suficiente novamente para cobrir os dividendos a serem pagos referentes ao exercício de 2014.
      O grupo alemão estima, ainda, para 2016,  um aumento no lucro operacional para algo entre 3,4 e 3,7 bilhões de euros. As divisões da DHL devem contribuir com um crescimento médio do EBIT de aproximadamente 10% ao ano, enquanto a previsão para a divisão encomendas é de um aumento dos lucros operacionais de cerca de 3%, em média. Além disso, a empresa pretende reduzir a proporção de despesas para menos de 0,5% das receitas do grupo até 2020.

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