A expectativa da Aliança Navegação e Logística é positiva para esse ano em relação à cabotagem, apesar da retração da economia nacional. O
diretor-superintendente do grupo Aliança/Hamburg Süd no Brasil, Julian Thomas, acredita que o modal deverá crescer em torno de 10% em 2015 na comparação com o ano
passado.
A cabotagem em 2014, apenas pela costa brasileira (excluída a chamada grande cabotagem que abrange o Uruguai e a
Argentina), atingiu um resultado de aproximadamente 550 mil teus. A Aliança contribuiu com 50% desse market share. Já grande cabotagem movimentou mais 350 mil teus.
Quanto ao desempenho para esse ano,
nesse trecho, Thomas avaliou que dependerá do fôlego da economia
argentina. No Brasil, entre as diversas cargas movimentadas por esse
modal estão produtos químicos, eletroeletrônicos e sapatos. O executivo
sustentou que qualquer artigo pode utilizar a cabotagem, mas as cargas
ideais são aquelas que têm origem a cerca de 120 quilômetros de um porto
e um destino a mais de 1 mil quilômetros (distâncias curtas favorecem o
transporte por caminhões).
A aposta da Aliança no
setor foi comprovada na última terça (dia 14), com o batismo do
porta-contêineres "Bartolomeu Dias", no Terminal de
Contêineres (Tecon), no porto de Rio Grande (RS). O navio, que já
estava sendo utilizado pela armadora desde o segundo semestre do ano
passado, tem 255 metros de comprimento total e 37,3 metros de largura. A
embarcação tem capacidade para transportar até 4.848 teus.

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