segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Navios deixam de operar em Santos por causa do assoreamento provocado pela redução do calado


          A redução da profundidade do canal de navegação do porto de Santos, no litoral de São Paulo, tem causado transtornos para navios destinados às operações de granéis líquidos químicos. A falta de condições para atracação gera sobrestadia, multa cobrada por exceder o tempo de permanência em um porto conforme estipulado na carta-partida.
         Os valores variam de US$ 20 mil a US$ 35 mil por dia (R$ 83 mil a R$ 145 mil). O prejuízo total estimado já atinge US$ 5 milhões (R$ 20,7 milhões). Ao menos 14 navios já cancelaram a vinda ao porto, que tem fila de 15 dias. O problema ainda pode aumentar com a chegada de novas embarcações.
         Uma agência marítima de Santos sozinha acumulou prejuízos de aproximadamente US$ 1,7 milhão (R$ 7 milhões). A perda é provocada pelo assoreamento (depósitos de sedimento) no leito do canal, que resultou na redução do calado operacional (parte do navio que fica submersa) em berços de atracação de navios na Alemoa e na ilha Barbabé.
          A situação diminuiu para três o número de pontos para atracação das embarcações. As obras de dragagem estão suspensas desde abril. Na Alemoa, o calado o ponto de atracação limite foi reduzido de 10,9 metros para 10,2 metros. Na ilha Barnabé a diminuição foi ainda maior, de 10,2 metros para 9 metros. Em outro berço, localizado na ilha Barnabé, a redução foi de 10,4 para 9,5 metros. Dos quatro berços públicos localizados na Alemoa, apenas um funciona normalmente.
         “O melhor caminho seria fazer a contratação emergencial para o serviço de dragagem e, paralelamente, colocar uma licitação no mercado. A situação é muito preocupante, perdemos carga. Navios estão sendo desviados, estão indo para o porto de Paranaguá”, disse José Roque, diretor-executivo do Sindamar (Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo).
         A contratação emergencial, por enquanto, é descartada pela Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo). Segundo o Sindamar, a Codesp foi alertada sobre o problema há alguns meses. Eles dizem que, no momento, há ceticismo com relação a uma solução. A Codesp aguarda a conclusão do processo de licitação para a contratação dos serviços de dragagem de manutenção do canal, berços de atracação e bacias de evolução do porto, que deve ser executada pela DTA Engenharia.
          Uma das concorrentes que participaram da licitação manifestou interesse em apresentar recurso administrativo, com prazo até esta segunda (9). “Fizemos uma reunião com a Codesp e falamos sobre a possibilidade de uma contratação emergencial. Há reclamações dos nossos associados, mas também amarras legais que impõem dificuldades. O que nos passaram é que até janeiro iniciam os trabalhos”, disse Jesualdo Silva, presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários.
          A Codesp anunciou no final da tarde de sexta-feira (6) a obtenção de atualização dos calados operacionais dos berços impactados. Dois deles tiveram atenuadas a recente redução de calado. A revisão gerou ganho de até 70 centímetros, após a autoridade portuária promover uma avaliação detalhada das cotas nos berços enviada à Marinha e à Praticagem.
          A atualização estabeleceu regime especial de atracação para granéis líquidos para os berços Alemoa 4 e Bocaina, ambos na Ilha Barnabé. A DTA Engenharia não quis comentar os fatos. O mesmo ocorreu com a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), que também não respondeu ao ser questionada sobre os prejuízos a seus associados.

Exportações de calçados em 2019 alcançam US$ 886 milhões

          A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) divulgou dados apontando que, entre janeiro e novembro deste ano, foram embarcados para o exterior 104,2 milhões de pares de calçados que geraram US$ 886,3 milhões. Segundo o levantamento, as altas são de 3,8% em volume e de 0,9% em receita no comparativo com igual período de 2018.
          O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o resultado foi influência, sobretudo, pela guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China - com o consequente desaquecimento da economia internacional -  e a crise da Argentina. Segundo ele, no início do ano a previsão era de incremento mais significativo, especialmente porque a base de 2018 é muito fraca. “Mesmo assim, em função das instabilidades na economia mundial, isso acabou não acontecendo”, lamenta.
          Principal destino dos embarques brasileiros entre janeiro e novembro deste ano, os Estados Unidos importaram 10,86 milhões de pares por US$ 181,66 milhões, incrementos de 26,5% em volume e de 28,2% em receita gerada na relação com mesmo período de 2018.
          O segundo destino foi a Argentina. Nos 11 meses foram embarcados para lá 9,32 milhões de pares, que geraram US$ 98,32 milhões, quedas tanto em volume (-18,3%) quanto em receita (-27%) em comparação com igual intervalo do ano passado.
          Com resultados positivos tanto em receita (4,1%) quanto em volume (9,8%), a França foi o terceiro destino do calçado verde-amarelo no exterior. Entre janeiro e novembro os franceses importaram 7 milhões de pares por US$ 52,47 milhões.
          O Rio Grande do Sul segue à frente no ranking de exportações brasileiras de calçados. Entre janeiro e novembro, os fabricantes gaúchos embarcaram 27,9 milhões de pares, que geraram US$ 407 milhões, incrementos de 12,5% e de 4,5%, respectivamente, ante o mesmo período de 2018.
          A segunda origem das exportações brasileiras de calçados no período foi o Ceará, com o embarque de 34,57 milhões de pares por US$ 210,13 milhões, quedas tanto em volume (-3%) quanto em receita (-2,5%) na relação com o ano passado. No terceiro posto aparece São Paulo, de onde partiram 7,17 milhões de pares por US$ 96,24 milhões, incremento de 10% em volume e queda de 0,3% em receita ante os 11 meses do ano passado. Com maior incremento entre as principais origens das exportações, a Paraíba aparece na quarta colocação com o embarque de 18,2 milhões de pares e US$ 62 milhões, altas de 16¨e de 17,6%, respectivamente, ante 2018.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Governo argentino habilita 28 portos nos últimos quatro anos


         Ao fazer um balanço da administração Maurício Macri durante os últimos quatro anos na área portuária da Argentina, dentro dos marcos a destacar é que Puerto Buenos Aires iniciou um processo de mudança para ser o mais moderno terminal da região, com nova infraestrutura e duplicação sua capacidade operacional para 3,3 milhões de TEUs, de acordo com o diário El Cronista.
         Com esse objetivo, foram concluídas as obras do novo acesso ferroviário, o recinto e o enchimento da doca F (9 hectares); a demolição de navios em Puerto Sur; além dos balizamentos e dos primeiros estágios do passeio marítimo de Areneras e do quebra-mar ao norte do sexto quebra-mar (15 hectares de aterro). Por sua vez, foi lançado o novo concurso para as operações do Porto de Buenos Aires, que gerará mais investimentos e competitividade para o país sul-americano.
         Outro marco foi a inauguração do Paseo del Bajo, um corredor exclusivo - para tráfego pesado e ônibus de longa distância - de 7,1 km que liga a rodovia Illia à rota Buenos Aires - La Plata e, em 25 de maio, reduzindo o tempo de viagem. 60 minutos para 12 e melhorar o acesso ao terminal.
         Enquanto isso, o setor privado acompanhou investimentos - da ordem de US$ 1,5 bilhão entre 2016 e projetou 2021 em portos que foram muito importantes. Atualmente, estão sendo construídos dois dos portos mais modernos do mundo, pela Associação de Cooperativas Argentinas (ACA) e pela General Deheza Oil Company (AGD).
         Também nos últimos 4 anos, os portos de Quequén e Bahía Blanca e Rosario foram desenvolvidos a partir de seus consórcios de gestão e entidades administrativas com dragagem e diversificação de cargas.
         Com a extensão da doca do Comandante Luis Piedrabuena, pela primeira vez na história, Puerto Madryn tem capacidade de atracação simultânea para dois navios e pode atender embarcações com mais de 300 metros de comprimento.

Exportações de aço este ano devem ficar 6,9% abaixo do registrado em 2018

          A indústria nacional de aço deve fechar o ano com uma queda de 6,7% no volume de exportação (13 milhões de toneladas) e aumento de 2,1% nas importações (2,5 milhões de toneladas). A estimativa foi apresentada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Aço Brasil que indica, ainda, que as vendas internas também tendem a um resultado inferior ao de 2018 em 18,5 milhões de toneladas.
Em relação ao consumo aparente, que considera vendas de empresas locais e importações, espera-se um total de 20,7 milhões de toneladas comercializados, o que significa uma queda de 2,4% em relação ao volume registrado no ano passado.
         O presidente executivo do instituto, Marco Polo de Mello Lopes, explicou que o ano teve um início desfavorável para o setor. "O primeiro semestre foi muito ruim. Diria que a economia frustrou as expectativas dos que tinham a esperança de uma retomada mais vigorosa", disse, lembrando do crime ambiental de Brumadinho (MG) como um dos impactos negativos. Nos próximos cinco anos, a expectativa do Aço Brasil é que companhias do segmento invistam US$ 9 bilhões nos próximos cinco anos.
         Outro desafio do setor é em relação a utilização da capacidade instalada da indústria brasileira de aço, atualmente subutilizada, em torno de 64% do total disponível. Para Lopes, o ideal seria a ultilização de, no mínimo, 85% da capacidade instalada. Para atingir essa condição, a produção teria que alcançar as 9,5 milhões de toneladas e seria capaz de gerar 203.863 vagas de empregos diretos e indiretos.
         Segundo o presidente executivo do instituto, o otimismo em relação ao futuro está associado a desdobramentos do contexto sociopolítico do país. Lopes citou a recuperação da construção civil e da infraestrutura como fatores capazes de promover uma melhora no desempenho do segmento. Outra aposta está na ampliação da participação da indústria no setor de óleo e gás e energia renovável.
         Perguntado sobre a sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de sobretaxar o aço brasileiro, Marco Polo de Mello Lopes disse que os contratos já firmados com clientes norte-americanos estão sendo cumpridos, mas novas negociações estão suspensas devido ao clima de "insegurança".
         "Todos nós que estamos acompanhando de perto fomos surpreendidos, porque o arrazoado posicionamento do presidente Trump é desprovido de qualquer sentido técnico. A afirmativa de que o Brasil manipula seu câmbio é desprovida de qualquer sentido. Não tem pé nem cabeça falar que o agricultor americano é prejudicado. Agricultura não tem nada a ver com aço", declarou, assinalando que, para ele, o mercado de aço tem convivido com "práticas predatórias".
         Na avaliação de Lopes, as autoridades brasileiras responderam adequadamente à questão, já que a medida ainda não foi realmente implementada nem anunciada oficialmente. Trump disse, em sua conta no Twitter, que o Brasil e a Argentina estão promovendo uma desvalorização das moedas locais e supervalorização do dólar prejudicando produtores americanos. Por isto, o presidente norte-americano informou que planeja restaurar as tarifas sobre aço e alumínio comprados desses países.

Presidente recebe líderes sul-americanos para a 55ª Cúpula do Mercosul, em Bento Gonçalves

          O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quinta-feira (5) em Bento Gonçalves, no Vale do Vinhedos, Rio Grande do Sul, os presidentes dos países integrantes do Mercosul e representantes de estados associados para a 55ª cúpula do bloco. A reunião plenária contou também com a presença dos presidentes argentino Maurício Macri e paraguaio Mario Abdo Benítez e da vice-presidente uruguaia Lucía Topolansky, representando o presidente Tabaré Vásquez, que está em tratamento contra o câncer.
          Em seguida à plenária, os chefes de Estado assinaram acordos diplomáticos sobre proteção mútua de indicações geográficas, cooperação policial na fronteira, transporte de produtos perigosos, serviços financeiros, defesa do consumidor e reconhecimento recíproco de assinaturas digitais. Os representantes dos países do bloco trataram também sobre desenvolvimento sustentável, turismo, combate a crimes transnacionais e à corrupção e a agenda de enxugamento do Mercosul.
          A cúpula começou na quarta-feira (4) com um encontro preparatório dos ministros de Relações Exteriores que fazem parte do Conselho do Mercado Comum (CMC) e a entrega do relatório com as principais ações do bloco sob a presidência pro tempore do Brasil, como as negociações do acordo de livre comercio com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA). A Cúpula do Vale dos Vinhedos encerra a presidência brasileira do Mercosul, que será transferida para o Paraguai pelos próximos seis meses.
          O Mercosul é composto pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A Venezuela está suspensa desde 2017, por ruptura da ordem democrática e descumprimento de cláusulas ligadas a direitos humanos do bloco. Os países associados são Chile, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname.
          De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, os países do Mercosul equivalem à quinta economia do mundo. Desde sua fundação, as trocas comerciais do bloco multiplicaram quase dez vezes: de US$ 4,5 bilhões, em 1991, para US$ 44,9 bilhões em 2018. Em 2018, o Brasil exportou US$ 20,83 bilhões para o MERCOSUL e importou US$ 13,37 bilhões, com um superávit de US$ 7,46 bilhões.
          O presidente brasileiro chegou a Bento Gonçalves pouco antes das 10h. Sete ministros integraram a comitiva: Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Tereza Cristina (Agricultura Pecuária e Abastecimento), Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Osmar Terra (Cidadania) e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Antes da cúpula, o presidente Bolsonaro se encontrou com o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez. Um acordo automotivo entre os dois países foi destaque entre os assuntos discutidos.
          O setor automotivo não foi incluído nas regras comerciais do Mercosul. Por essa razão, os países que integram o bloco (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) estabeleceram acordos bilaterais para reduzir ou eliminar tarifas no setor. O Paraguai é o único entre os integrantes do Mercosul que ainda não mantém um acordo do tipo com o Brasil.
          Se aprovado, o acordo automotivo pode ampliar as exportações de automóveis fabricados no Brasil para o Paraguai. O país vizinho também tende a se beneficiar, já que exporta peças e equipamentos que são usados na montagem de carros no Brasil.
          Logo após a reunião de cúpula, houve uma cerimônia de plantio das vinhas e, em seguida, Bolsonaro ofereceu almoço aos participantes do encontro. O presidente brasileiro deixou Bento Gonçalves às 17h, deslocando-se para o Rio da Janeiro para assistir ao jogo Flamengo x Avaí, no Maracanã.

Movimentação de contêineres nos terminais brasileiros tem expansão de 3% de janeiro a setembro

         A movimentação de contêineres, considerando-se todas as navegações, cresceu 3% no período de janeiro a setembro deste ano em comparação a igual período de 2018, equivalendo à movimentação de 86 milhões de toneladas. A expansão ocorreu na movimentação de contêineres tanto no sentido do embarque quanto do desembarque de cargas, com expansão de 1,96% e 4,38%, respectivamente.
         No transporte de cabotagem (transporte entre os portos brasileiros), as operações de contêineres registraram crescimento de 18,34%, enquanto que no transporte de navegação interior, cresceram 15,36% em relação a igual período de 2018, implicando em forte crescimento dessas navegações. Os números são do Estatístico Aquaviário, que é produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho – GEA, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – Antaq.
          Considerando-se todas as cargas, foram movimentados no conjunto dos portos e terminais de uso privado (TUP) brasileiros 812 milhões de toneladas, representando queda de 2,26% em relação a igual período do ano passado. Entre as naturezas de cargas movimentadas, granel líquido (+4,03%) e conteinerizadas (+3,02%) apresentaram crescimento em relação a 2018. Já granel sólido e carga geral registraram queda de -5,04% e -3,49%, respectivamente.
         Na movimentação por tipo de navegação, o longo curso apresentou redução de 3,96% (585 milhões de toneladas) em comparação a igual período do ano passado, quando foram movimentados nesse tipo de navegação 609,24 milhões de toneladas. Na contramão do longo curso, a movimentação geral de cargas nas navegações de cabotagem e em vias interiores cresceu, no período, 0,97% (173 milhões de toneladas) e 9,95% (50,9 milhões de toneladas), respectivamente.
         Para o gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da Antaq, Fernando Serra, a queda na movimentação geral de cargas no período janeiro/setembro de 2019 “ainda reflete os problemas enfrentados com o recuo nos embarques (exportações) de minério de ferro registrados ao longo deste ano, devido ao rompimento de barragens de contenção, além de um período atípico de chuvas intensas no Norte do país, onde estão concentradas as minas de minério de ferro, o que afetou o fluxo das cargas que são exportadas pelo Terminal de Ponta da Madeira, no Estado do Maranhão”.


quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Subsidiária da DP World, Unifeeder, compra controle acionário da Feedertech

                    A subsidiária da DP World, Unifeeder, comprou uma participação de 77% no Feedertech Group, operadora de navios alimentadores de curta distância com sede em Cingapura. O presidente do Grupo Feedertech, Ali Maghami,revelou nesta quarta-feira, 4, que manterá os 23% restantes das ações, de acordo com o último boletim informativo da Alphaliner.
          As frotas combinadas Unifeeder (56.700 TEUs) e Feedertech (28.800 TEUs) serão agora colocadas em 85.500 TEUs, de acordo com dados da Alphaliner em 3 de dezembro de 2019, que a colocam como a décima nona maior linha de navegação do mundo por capacidade da frota operada.
          A aquisição da Unifeeder-Feedertech deve fechar no final do ano, especificando a criação de uma grande operadora de alimentadores, o que será um desafio para o atual líder, o X-Press Feeders Group. No entanto, este último manterá sua liderança em termos de tamanho da frota (107.100 TEUS) e cobertura geográfica.
         Além dos serviços de distribuição, o grupo Feedertech também gerencia uma rede regional de transporte marítimo de curta distância com a marca Perma Shipping Line. Ambas as divisões operam em rotas que conectam o Leste Asiático, o subcontinente indiano e o Oriente Médio. O Grupo gera receita anual próxima a US $ 200 milhões, faz paradas em 50 portos e transporta mais de 600.000 TEUs por ano.
         Através da Feedertech e Perma, a Unifeeder poderá oferecer serviços regionais de alimentação e conectividade de curta distância na Europa, Mediterrâneo, Norte da África, Oriente Médio, Subcontinente Indiano e Leste da Ásia, embora o Grupo Feedertech continue operando a partir de independentemente.
        A expansão também aumentará as capacidades de logística da Unifeeder, que é baseada em Dubai, e permitirá oportunidades no comércio marítimo costeiro de curta distância no subcontinente indiano, complementando a estratégia de logística da DP World na Índia.