sábado, 15 de agosto de 2015

A difícil viagem dos ônibus do Brasil nos mercados internacionais



       O bisavô do piloto de fórmula 1, Felipe Massa, o imigrante italiano Giuseppe Massa, instalou em um pequeno galpão no bairro da Penha, em São Paulo, em 1946, a Caio (Companhia Americana Industrial de Ônibus), iniciando ali a história da fabricação de carrocerias de ônibus no Brasil.
       A indústria cresceu expressivamente nestes 68 anos, forjando um dos segmentos mais  avançados  do país em tecnologia desenvolvida e aplicada, que abocanhou 100% do mercado doméstico e conquistou clientes  em diversos países. As exportações já chegaram a mais de 10 mil unidades anuais, no final da década passada, mas a crise reduziu os embarques para 3.440 veículos no ano passado, devendo manter este patamar em 2015.
       Os primeiros seis meses deste ano registraram vendas externas de 1.537 ônibus, volume ligeiramente inferior aos 1.638 obtidos no primeiro semestre de 2014, conforme dados da Fabus (Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus). O presidente da entidade, José Antonio Fernandes Martins, previu que haverá uma recuperação. “Mas isto deverá levar de 1,5 a 2 anos,” alertou. Otimista, disse que acredita inclusive na retomada dos números que eram negociados “sete, oito anos atrás”.
       Os grupos Marco Polo/Ciferal, sediado em Caxias do Sul (RS) e Caio/Induscar, baseado em Botucatu (SP) disputam palmo a palmo a liderança a produção e nas exportações brasileiras de ônibus. Mas os demais players do segmento: Mascarello, de Cascavel (PR), Comil, de Erechim (RS), Busscar, de Joinville (SC), San Marino Neobus, de Caxias do Sul (RS) e Irizar, de Botucatu (SP), igualmente engordam suas receitas com as vendas externas... Leia na íntegra essa reportagem na edição de agosto da REVISTA MUNDO. Acesse pelo www.facebook/MundoComexRevista)

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