Os
grandes armadores estão cada vez maiores e, ainda, por meio de
operações conjuntas, controlam mais de 40% da frota do comércio internacional. O
líder, a dinamarquesa APM Maersk, conta com uma frota de 2,9 milhões de contêineres, representando
15,7% do total. Em segundo está a suíça MSC, com 2,5 milhões de
contêineres e 13,4% do total. Na terceira posição, aparece a francesa
CMA CGM, com 1,6 milhão de contêineres, 8,8% do potencial global, e em
quarto a alemã Hapag Lloyd, com 960 mil contêineres e 5,1% do total. Os dados foram revelados durante o seminário Port Finance Internacional, no Rio de Janeiro (RJ), baseados em levantamento do Lloyd's List de Londres.
Em
apenas quatro consórcios, 17 armadores controlam 79,2% da frota
mundial. São eles: 2M, Ocean Three, G6 e CKYH. O 2M é formado pela líder
APM Maersk e pela vice-líder MSC, um verdadeiro pool de gigantes. No
Ocean Three se encontram CMA CGM, e Uasc. NO G6 estão: NYK, APL,
Hapag Lloyd, OOCL, MOL e HMM. E o consórcio CKYH é integrado por Yang
Ming, Cosco, K Line, Evergreen e Hanjin.
Nesse
contexto, é interessante lembrar que o Brasil não tem nenhum navio porta-contêineres operando no comércio
exterior. O país tem dez porta-contêineres da Aliança, oito da Log-In e
três da Mercosul Line, mas estão todos operando somente na costa nacional (cabotagem).

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