A portaria aprovada permite maior agilidade nas operações de cabotagem de grandes peças produzidas no Brasil, justamente por conta de as mercadorias poderem ficar armazenadas nos terminais alfandegados, envolvendo menos caminhões e possibilitando maior ganho de tempo nas operações.
A Localfrio tem atualmente dois terminais em Suape. O diretor comercial da companhia, Eduardo Razuck, enxerga com bons olhos a nova medida, por diversas questões. Segundo ele, além de oferecer maior agilidade nas operações, a medida contribuirá para dar mais segurança na movimentação de peças, que têm um alto valor agregado. “Esperamos aumentar o volume de negócios com a cabotagem este ano e, ao mesmo tempo, criar mais um grande diferencial competitivo ao mercado do Nordeste”, comenta.
Para realizarem as operações com a nova medida, os terminais precisam solicitar autorização à Alfândega da Receita Federal do Brasil. Isso irá gerar maior competitividade aos terminais, que ampliarão o leque da movimentação de cabotagem no porto. De acordo com o vice-presidente de Suape, Bernardo D´Almeida, o caminho agora está sendo traçado para que o complexo se consolide como um hub port.

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