O Porto Itapoá, em parceria com o Mapa (Ministério da Agricultura), vem trabalhando de modo intenso na avaliação e liberação de contêineres
que necessitam de vistoria e inspeção agropecuária. Até julho, as cargas que passavam pelo terminal catarinense e
necessitavam da atuação dos agentes fiscais do Ministério precisavam
aguardar em média 4 dias para liberação. Agora, com o desenvolvimento do Portal
Mapa, somada a instalação oficial da Unidade, no início de agosto, este
tempo de permanência das cargas caiu expressivamente no mês, chegando a
apenas 2 dias.
Segundo o presidente do complexo, Para Patrício Junior, cada período a mais
que um contêiner fica dentro do terminal é um custo extra para o
exportador “e, nesse sentido, definimos como estratégia o
estabelecimento de parcerias para que o cliente obtenha o menor custo
possível no Porto Itapoá e, o que verificamos, é que isto tem surtido
efeito.
Patricio argumentou que reduzir em 50% o tempo de permanência da carga no porto
significa reduzir o custo para o cliente praticamente na mesma
proporção. Ele explicou que são quase 3 mil processos analisados mensalmente que envolvem a
necessidade de inspeção por parte do Mapa no complexo, o que, em agosto,
correspondeu a 11% da movimentação total do terminal.
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