A ministra da Agricultura e Pecuária, Kátia Abreu, lançou a pedra fundamental do Frigorífico de
Pequenos Animais, no Complexo Agroindustrial de Apoio ao Desenvolvimento
Sustentável da Cadeia Produtiva de Ovinocultura do Matopiba (região
formada por partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), em Aliança, Tocantins.
A planta frigorífica vai absorver a produção de ovinos e caprinos local e
será construída com recursos de uma emenda parlamentar de autoria de
Kátia Abreu em 2013, quando exercia o mandato de senadora pelo
Tocantins. A verba também vai garantir a construção de uma fábrica de
ração.
A fábrica e o frigorífico fazem parte do programa de estímulo à
ovinocultura apresentado pela ministra durante o Seminário Nacional da
Ovinocultura, em Aliança.
O frigorífico de pequenos animais será gerido em forma de comodato com a
prefeitura de Aliança por uma cooperativa, que será criada para esse
fim. A Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) vai cooperar com o
projeto. “O poder público vai garantir a construção e deixamos para a
iniciativa privada a gestão desse frigorífico”, disse a ministra. Em
dois anos, acrescentou Kátia Abreu, o frigorífico poderá começar a
funcionar.
A planta precisará de cerca de 20 mil matrizes para
começar a operar, número alcançável, já que no entorno de 100 km do
frigorífico há atualmente 12 a 15 mil cabeças. Entre as vantagens da
criação de cordeiro, está o pequeno espaço necessário para uma grande
quantidade de matrizes. “A lucratividade também pode ser alta. Enquanto a
arroba do boi, por exemplo, está entre R$ 125 e R$ 130, a da carne
ovina está entre R$ 180 e R$ 200”, disse a ministra.
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