As trocas comerciais entre a China e os países de língua
portuguesa caíram 25,62% no primeiro semestre de 2015, fixando-se em US$
48,11 bilhões, segundo informações oficiais. Os números foram fornecidos pelos Serviços de Alfândega da China e publicados no site do Fórum Macau. Os dados revelaram que entre janeiro e junho os chineses compraram da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) US$ 28,57 bilhões, queda
de 35%. O país asiático também registrou recuo, de 4,53%, nas exportações para o grupo.
O
Brasil manteve-se como o principal parceiro econômico da China, com
trocas comerciais bilaterais de US$ 34,24 bilhões até junho, uma queda
de 19,27% em relação ao mesmo período do ano passado. As
exportações da China para o Brasil atingiram US$ 14,92 bilhões,
redução de 7,99%. As importações somaram US$ 19,32 bilhões,
com diminuição de 26,24%.
Com Angola, o segundo parceiro chinês
nos países lusófonos, as trocas comerciais foram US$ 10,42 bilhões até
junho - queda de 45,24%. As vendas chinesas para a nação africana somaram US$ 2,14 bilhões, aumento de 2,77%. A China
comprou no mesmo período US$ 8,28 bilhões em mercadorias dos angolanos, menos da metade
comparado ao mesmo período do ano passado (-51,16%).
Em relação ao terceiro parceiro da China entre países de língua portuguesa, Portugal, o comércio
bilateral chegou a US$ 2,15 bilhões, com queda de 5,89% em uma balança
comercial favorável a Pequim (foto), que vendeu US$ 1,41 bilhão - menos 4,14% -
e comprou produtos avaliados em US$ 731 milhões, ou seja, menos 9,12%.
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