quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Retomada da construção dos navios no Eisa é uma das metas da Log-In para este ano

 A retomada da construção dos navios sob encomenda no estaleiro EISA (Estaleiro Ilha S.A) foi definida como uma das metas da Log-In Logística Intermodal para 2015. As duas empresas celebraram um aditivo em novembro passado para dar continuidade ao contrato original feito em 2007. O projeto envolve sete embarcações. Ao todo, três navios já foram entregues entre 2010 e 2012 – dois porta-contêineres e um bauxiteiro. O presidente da armadora, Vital Lopes, afirmou que o compromisso da empresa é uma busca constante pelo crescimento sólido e sustentável e que atualmente a companhia já supera 50% de taxa de ocupação. “Hoje a Log-In tem plena capacidade de prestar um serviço de excelência em cabotagem para o país e continuamos acreditando no potencial de crescimento do modal como diferencial competitivo para as empresas brasileiras”, assegurou. Já o diretor de operações da Log-In, Maurício Trompowsky, citou o aditivo do contrato com o EISA que foi realizado de forma mútua entre as partes e adiantou que o projeto de construção dos navios foi pensado para atender às características portuárias do Brasil. Ele destacou o Log-In Tucunaré, o segundo bauxiteiro da série, com entrega prevista para outubro de 2015. Segundo o executivo, o projeto deste navio foi desenvolvido especialmente para a rota que vai operar (Trombetas – Vila do Conde) e terá 245 metros de comprimento por 40 metros de boca e 11,58 metros de calado.
Sobre os novos porta-contêineres, Trompowsky explicou que a embarcação contará com equipamentos específicos que permitem a redução do nível de vibração na superestrutura, oferecendo maior conforto à tripulação. Estes navios terão 218 metros de comprimento, 29,80 metros de boca e 10.6 metros de calado. A capacidade nominal será de 2.800 Teus, a mesma operada pelos navios já entregues pelo EISA. Entre os diferenciais destes navios, destacam-se a estrutura com capacidade para transportar contêineres de elevado peso e contêineres refrigerados, além da já mencionada capacidade de menor emissão de CO2, entre outros.

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