quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Produção massiva de contêineres em 2024 deve provocar baixas nos seus preços


A contínua pressão ascendente sobre os preços dos contêineres nos EUA e as taxas de aluguel deles acima do nível médio para a rota China - EUA têm sido uma constante ao longo de 2024. Mas quando se trata de projeções surgem dúvidas. Isto é afirmado no xChange Container Forecaster de setembro, que busca desvendar como os preços dos contêineres evoluirão nos próximos 3 a 6 meses.

O relatório indica que existem vários fatores que podem manter as taxas elevadas ou pelo menos estáveis, incluindo: perturbações no Mar Vermelho, que continua a absorver equipamentos, conflitos laborais nos terminais da costa leste dos EUA, que fazem com que os contentores permaneçam mais tempo e trânsito, exigindo mais equipamentos para movimentar a mesma quantidade de carga, explica Christian Roeloffs, cofundador e CEO da Container xChange.

Mas do outro lado da mesa, a possibilidade de queda dos preços nos próximos meses também tem cartas importantes a seu favor. A principal delas é que 2024 está a caminho de se tornar o segundo maior ano em entregas de contêineres, com fabricantes com reservas sólidas até outubro. “O mesmo acontece com as entregas de novos navios, essas injeções de capacidade podem gerar excesso de oferta apesar das interrupções contínuas”, diz Roeloffs.

De acordo com o relatório, o sentimento em relação ao aumento dos preços dos contêineres nos EUA tem mudado de negativo para positivo. Além disso, desde maio de 2024, os preços médios dos equipamentos têm apresentado uma tendência ascendente modesta mas constante, subindo de 1.468 dólares em Junho para 1.534 dólares em julho e atingindo 1.582 dólares em agosto.

 Embora o crescimento não tenha sido espetacular, o aumento constante indica uma pressão ascendente contínua sobre os preços. Neste sentido, a forte procura de remessas com destino aos EUA ajudou a manter as taxas estáveis ​​no final de agosto. Enquanto isso, as taxas médias de arrendamento de contêineres unidirecionais caíram 40,8%, de US$ 1.436 em julho para US$ 850 em agosto.

 No entanto, em comparação com meses anteriores, as taxas permanecem acima dos mínimos observados em abril e maio, quando caíram abaixo da marca de 600 dólares. Apesar deste enfraquecimento, o sentimento do mercado permanece positivo, com muitos esperando aumentos de preços. Christian Roeloffs destaca o papel crítico dos fatores econômicos mais amplos na formação do mercado de logística de contêineres.

"As perspectivas econômicas permanecem cautelosas, com as expectativas de inflação a abrandarem ligeiramente, mas ainda pesando sobre o sentimento do consumidor. Os stocks a retalho e grossistas continuam aumentando, indicando que as empresas ainda estão gerindo stocks excedentários. Isto poderá exercer uma pressão descendente sobre os preços dos contêineres, especialmente se a procura dos consumidores enfraquecer. nos próximos meses", observa o analista sobre a situação nos EUA.

Particularmente no que diz respeito às próximas eleições nos EUA, indica que “poderão afetar ainda mais o sentimento do consumidor, causando flutuações na procura de importações. Para o setor de logística, isso significa preparar-se para possíveis oscilações nos volumes de contêineres, o que exigirá estratégias de cadeia de abastecimento mais flexíveis”, acrescenta. Entretanto, na Ásia, a atividade industrial está mostrando sinais provisórios de recuperação, particularmente na China, na Coreia do Sul e em Taiwan.

O índice Caixin PM da China, que ultrapassa os 50 pontos, indica um ligeiro crescimento, mas a dinâmica econômica geral da região permanece frágil. "Uma recuperação na indústria transformadora asiática poderia impulsionar as exportações em contêineres destas regiões. No entanto, as incertezas em torno das eleições nos EUA e o possível arrefecimento econômico podem abrandar este crescimento, criando um ambiente instável para a logística de contentores", observa finalmente Roeloffs.

Portos públicos movimentam 43 bilhões de toneladas de cargas e têm crescimento em julho

Os portos públicos apresentaram um aumento de 6,02% na movimentação do mês de julho deste ano, atingindo 43,22 milhões de toneladas de cargas, segundo os dados do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). 

A movimentação portuária total para o mês foi de 118,96 milhões de toneladas de cargas, um crescimento de 1,38% em comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o aumento na movimentação foi de 3,96% (764,7 milhões) frente aos sete primeiros meses de 2023.

No mês, as cargas que apresentaram maior crescimento percentual, na movimentação portuária total, Trigo (+59,75%), Açúcar (+22,18%) e Adubos Fertilizantes (+18,55%).

Em relação às cargas conteinerizadas, a movimentação de julho atingiu 13,34 milhões de toneladas, um aumento de 17,98% em comparação com o mesmo período do ano passado, representando 1,2 milhão de TEUs. Desse total, 9,04 milhões de toneladas foram movimentadas em longo curso e 4,16 milhões por cabotagem.

Os granéis sólidos apresentaram crescimento de 1,6% frente a julho de 2023. Foram 73,45 milhões de toneladas registradas no sétimo mês do ano. Carga geral também teve crescimento durante o mês de julho com 11,74%, o que representa uma movimentação de 5,2 milhões de toneladas de cargas. Por sua vez, granéis líquidos movimentaram 26,96 milhões de toneladas (- 7,29%).

Apoio portuário foi o tipo de navegação com maior crescimento em julho comparado ao mesmo mês de 2023. Foram movimentados 0,16 milhão de toneladas de cargas, um aumento de 9,81%.

A movimentação de cargas de longo curso foi de 85,51 milhões de toneladas no sétimo mês de 2024, apresentando crescimento de 3,21% em comparação com o mesmo período do ano passado.

A cabotagem apresentou uma queda de 1,71% em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo uma movimentação de 25,29 milhões de toneladas. As operações de carga em navegação interior apresentaram recuo de 6,33%, totalizando 7,92 milhões de toneladas movimentadas.

Entre os 10 portos públicos que mais movimentam no país, o com maior crescimento em julho foi o Porto do Rio Grande (RS). O aumento foi de 34,01%, em comparação com julho de 2023, e a movimentação atingiu 2,74 milhões.

Seguido pelo Porto de Suape (PE) com um acréscimo de 18,76% (2,28 milhões) e o Porto de Itaguaí (RJ) com 14,1% (6,02 milhões).

Nos terminais autorizados houve uma queda de 1,09% na movimentação em relação a julho do ano passado. O setor movimentou 75,74 milhões de toneladas de cargas.

Entre os 20 TUPs que mais movimentaram em julho, o terminal privado que mais cresceu no mês, em comparação com 2023, foi o Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (TIPLAM), localizado em São Paulo, com 26,84%. Ao todo foram movimentados 1,37 milhão de toneladas de cargas no terminal no sétimo mês do ano.

O Painel Estatístico da ANTAQ pode ser acessado via smartphones e tablets, disponível no site da Agência. Na consulta eletrônica podem ser checados dados de transporte de longo curso, cabotagem, vias interiores, além da movimentação portuária de contêineres.

 

 

Concessão da Hidrovia do Rio Madeira evitará desabastecimento em Rondônia

 

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) publicou os documentos relativos ao projeto de concessão da Hidrovia do Rio Madeira com o intuito de dar mais publicidade ao processo para os entes envolvidos.  O objetivo é fazer rodadas de reuniões com os interessados no projeto antes da abertura do período de audiência pública, a fim de tornar a concessão mais adequada e atrativa para o mercado, para o setor e para a população.

Desde o início do processo da licitação, a ANTAQ realizou visitas técnicas à hidrovia e promoveu reuniões e diálogos para escutar a população e o setor acerca do projeto de concessão. Com a concessão, será possível evitar o desabastecimento de combustíveis e reduzir a quase zero o risco de desabastecimento de produtos em Rondônia. Isso porque a Hidrovia do Rio Madeira é responsável pelo transporte desses insumos para o estado.

Além disso, com a garantia dos investimentos em manutenção da via será possível transportar carga por mais tempo, inclusive no período da seca, e o recebimento de embarcações maiores e com mais quantidades de cargas. Neste período, a profundidade mínima do Rio Madeira será de 3,5 metros (com um calado de 3 metros).

Com a manutenção do calado e a sinalização adequada, o transportador de carga terá um ganho de eficiência tendo em vista que as embarcações poderão trafegar à noite e com mais carga durante a seca. Com esse ganho de eficiência, a ANTAQ estima uma redução do custo das empresas de navegação em torno de 24%, frente a uma taifa de menos de um real por tonelada.

A Hidrovia do Rio Madeira também é rota fundamental para o escoamento da produção de grãos dos estados do Mato Grosso e de Rondônia, bem como para o deslocamento de passageiros na região. Além disso, pelo projeto, a hidrovia vai movimentar principalmente soja; milho; granéis líquidos e combustíveis; veículos; fertilizantes; contêineres; e outras cargas gerais.

Na modelagem ficou definido que somente será feita a cobrança de tarifa para a movimentação de cargas quando a concessionária começar a prestar o serviço. Em relação ao transporte de passageiros e a pequenas embarcações não haverá cobrança de tarifa. A previsão de tarifa, pré-leilão, é de R$0,80 por tonelada de cargas. O critério de licitação será menor tarifa, por isso esse valor poderá ser reduzido.

A Hidrovia do Rio Madeira compreende o trecho entre Porto Velho e sua foz, abrangendo os estados de Rondônia e Amazonas, com extensão de 1.075 km. Com a concessão será possível gerar emprego e renda de maneira sustentável para a região. 

Serviços de dragagem, derrocagem, balizamento e sinalização adequados e a manutenção e operação de seis Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4s), previstos para a concessão, irão garantir segurança e confiabilidade da navegação. 

O investimento direto estimado para os 12 anos de concessão é de R$ 109 milhões, a previsão de Opex é de R$ 477,73 milhões. Além disso, será feito um aporte de R$ 561,35 milhões da venda da Eletrobras ao projeto.  Em 2023, as hidrovias foram responsáveis por transportar mais de 157 milhões de toneladas de carga, quase 10% de todo o transporte aquaviário ocorrido no período. Esse volume de carga transportada tem um potencial ainda maior para ser desenvolvido e a busca por investimento privado nesse segmento vai ao encontro da busca por uma maior eficiência logística nacional. Hidrovia é o modo de transporte mais sustentável e eficiente. Essas vias são de 4 a 5 vezes menos poluentes que o transporte rodoviário e emitem 1,5 vezes menos carbono que uma ferrovia.

No projeto também está previsto o Programa Carbono Sustentável que tem como objetivos a promoção da responsabilidade ambiental no setor hidroviário, a conservação dos recursos naturais e do ecossistema do Rio Madeira, o fortalecimento das relações com as comunidades locais e demais entes envolvidos e a contribuição para a preservação do meio ambiente e a mitigação das muda

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

MSC vai oferecer serviços independentes nas rotas Leste/Oeste a partir de 2025


A MSC anunciou que vai oferecer opções de serviços independentes no Canal de Suez e no Cabo da Boa Esperança a partir de Fevereiro de 2025. A futura rede substituirá o atual acordo de partilha de navios 2M que a armadora mantém com a Maersk nas rotas Leste/Oeste.

Os itinerários Leste/Oeste incluirão 34 serviços que incorporam 7 itinerários para a Ásia-Norte da Europa; 6 serviços para Ásia-Mediterrâneo, 4 serviços para Ásia – Costa Oeste da América do Norte; 6 serviços para Ásia – Costa Leste da América do Norte e 11 serviços para a Rede Transatlântica. A MSC previu a possibiidade de serviços semanais via Suez, com mais de 1.900 pares portuários diretos, ou Cabo da Boa Esperança, com mais de 1.800 pares portuários diretos.

A este respeito, Soren Toft, CEO da MSC comentou que “com a incorporação de certos acordos de intercâmbio espacial, forneceremos cobertura completa em todas as rotas Leste/Oeste. Além disso, ao assumirmos o controlo operacional total da nossa rede, podemos hoje oferecer aos clientes opções de rotas tanto para Suez como para o Cabo da Boa Esperança. “Este anúncio representa um marco importante na evolução da nossa rede global.”

Exportações brasileiras alcançam US$ 234 bilhões de janeiro até a 1º semana de setembro

As exportações brasileiras alcançaram US$ 234,6 bilhões de janeiro até a primeira semana de setembro, informou a Secretaria de Comércio Exterior do MDIC nesta semana.  No período, as importações registraram US$ 178,4 bilhões, resultando em um saldo positivo da balança comercial de US$ 56,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 412,9 bilhões.

Considerando apenas a primeira semana de setembro, a média diária da corrente de comércio foi de US$ 2,6 bilhões, com um saldo diário médio de US$ 421,65 milhões. Em relação à média diária do mesmo mês no ano anterior, houve um crescimento de 8,1% na corrente de comércio.

Os dados mostram que a balança comercial registrou um superávit de US$ 2,1 bilhões na primeira semana de setembro, com uma corrente de comércio de US$ 13 bilhões. Esse resultado é fruto de exportações no valor de US$ 7,6 bilhões e importações de US$ 5,5 bilhões.

Analisando o comparativo mensal das exportações, a média diária da primeira semana de setembro de 2024 foi de US$ 1,5 bilhão, um aumento de 5,5% em relação à média de setembro de 2023, que foi de US$ 1,4 bilhão.

Em relação às importações, a média diária para a primeira semana de setembro de 2024 foi de US$ 1,1 bilhão, o que representa um crescimento de 11,9% em comparação com a média de US$ 976,6 milhões do mesmo mês do ano anterior.

No acumulado até a primeira semana de setembro de 2024, comparado ao mesmo período do ano anterior, o destaque é para o crescimento nas exportações da Indústria de Transformação, totalizando US$ 179,83 milhões — um aumento de 25,3%.  Em contrapartida, houve queda nas exportações agropecuárias (-20,5%) e na indústria extrativa (-9,8%).

Seguindo a mesma tendência, no acumulado do ano, em comparação ao mesmo período de 2023, as importações na Industria de Transformação apresentaram crescimento de 12,5%, atingindo US$ 112,05 milhões.

O setor Agropecuário registrou um aumento de US$ 4,31 milhões (22,2%) e a indústria extrativa, queda de US$ 0,6 milhões (1,1%).

 

Marrocos autoriza importação de DDGs, os grãos destilados, do Brasil

O governo brasileiro recebeu o anúncio, pelo governo marroquino, da autorização para que o Brasil exporte DDG (“Dried Distiller Grains”) do Brasil para o Marrocos. Os DDG são um subproduto da destilação de grãos na agroindústria. Trata-se de um insumo rico em nutrientes, utilizado na ração animal para elevar o índice proteico e energético do rebanho.

O Marrocos foi o quarto principal destino das exportações agrícolas brasileiras para a África, totalizando US$ 1,23 bilhão em 2023, ano em que a corrente de comércio entre os dois países alcançou US$ 2,65 bilhões.

Com essa nova autorização, o agronegócio brasileiro registra sua 106ª abertura de mercado no ano, totalizando 184 aberturas em 58 destinos desde o início de 2023. Esse resultado positivo é fruto dos esforços conjuntos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

 

terça-feira, 10 de setembro de 2024

Tecon Rio Grande registra aumento expressivo na movimentação de pellets de madeira


A Wilson Sons, maior operador de logística portuária e marítima do mercado brasileiro, registrou um expressivo aumento na movimentação de pellets de madeira pelo Tecon Rio Grande. O crescimento de 83% corresponde aos primeiros oito meses do ano, em comparação ao mesmo período de 2023. Foram 2.748 TEU (unidade correspondente a um contêiner de 20 pés), 1.250 a mais que 2023, equivalente a 1.374 contêineres ou 38.529 toneladas.

O aumento da movimentação no Tecon Rio Grande se deve, em especial, às exportações de pellets da empresa Todesmade, uma indústria madeireira do Grupo Todeschini, que tem como principal destino a Itália. O insumo consiste em um granulado de madeira, com tamanho entre 1 e 4 centímetros de comprimento, oriundo de reflorestamento e considerado importante fonte de energia renovável, eficiente e limpa. 

Os pellets de madeira vêm se tornando uma tendência no Brasil e em outros países. Por ser um biocombustível, sua comercialização é uma alternativa sustentável em relação aos combustíveis fósseis tradicionais, servindo, por exemplo, como uma importante fonte de energia para o aquecimento residencial e comercial de baixo impacto ambiental. De acordo com o Centro de Investigação em Energia e Ar Limpo (CREA, na sigla em inglês), a transição para energias renováveis é um dos fatores que contribuíram para que a União Europeia obtivesse uma redução de 7,6% nas emissões de CO2 em 2023.

Paulo Bertinetti, diretor-presidente do Tecon Rio Grande, observa a tendência da exportação de fontes de energia renováveis em uma crescente. “Em um mundo onde se observa a necessidade de buscar alternativas de consumo, que estejam de acordo com as práticas ambientais e o foco em mitigar impactos, o uso de matérias-primas como os pellets de madeira se tornam uma opção muito válida”, comenta. “Nós temos um olhar especial e atento para este segmento e oferecemos todo o suporte necessário para que empresas como a Todesmade possam operar a partir do terminal”, completa Bertinetti.

Andréa Dolfini, gerente de exportação da Todesmade, analisa o cenário do mercado para a exportação do insumo. "Prever com precisão o cenário de exportação de pellets para 2024 é desafiador, devido a uma série de variáveis em jogo, como a demanda global, mudanças climáticas, entre outros fatores. O uso do pellet como fonte de energia e calor ainda é muito baixo no mercado interno, por isso, o desenvolvimento de novos mercados é essencial”, afirma. “Hoje, o Brasil tem a Itália como o maior importador e ainda não atingimos com a mesma força outros mercados. Praticamente toda produção é exportada para uso residencial, contudo, a crescente demanda global por fontes de energia renováveis é um ponto positivo que poderá mudar esse cenário a nível futuro. E neste sentido, buscamos sempre nos adaptar às atualizações do mercado e continuar investindo em produção eficiente e sustentável. Levando em consideração os cenários de anos passados, acreditamos que 2024 será um período de sucesso para a exportação de pellets", acrescenta Andréa. 

O Tecon Rio Grande é a principal via de acesso do Rio Grande do Sul para o Brasil e o mundo, tornando-se, ao longo de seus 27 anos de operação, fundamental para o desenvolvimento econômico do Estado. Atualmente, conta com mais de 3 mil clientes, entre importadores e exportadores, e recebe as principais linhas que escalam o Brasil, oferecendo serviços semanais para todos os trades a partir de 13 clientes armadores. Com localização estratégica, o Tecon Rio Grande tem a capacidade de operar 1,4 milhão de TEU e receber embarcações New Panamax com seus 900 m de cais, produtividade, uso de tecnologia e automação, posicionando o ativo como a melhor alternativa para transbordo do Cone Sul.