quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Metasa deverá fechar o ano com queda de R$ 250 milhões no faturamento
A Metasa, de Marau (RS, vive momento de expectativa e apreensão diante dos poucos projetos e quase nenhum novo contrato sendo assinado no setor de óleo e gás. A companhia, que tem 1.200 funcionários trabalhando nas unidades de Marau e Charqueadas (RS), enfrenta ainda o envio pela Andrade Gutierrez de encomendas para a construção de 16 módulos para exploração de petróleo para a Petrobras, que deveriam ser produzidas no Polo Naval do Jacuí para a China, com a conivência da estatal. O diretor-superintendente da Metasa, Horacio Teixeira, conta que a mudança nos planos, causada principalmente pela crise da paranaense Inepar, sua controladora, afeta a programação da empresa, cujo cronograma incluia fornecimentos para os módulos da petrolífera, no valor de US$ 800 milhões. A AG entrou no negócio a pedido do governo federal para tentar salvar o polo gaúcho. A expectativa é de encerrar o ano com decréscimo no faturamento de R$ 250 milhões.
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