A Petrobras viveu mais um dia de desgaste e perda na Bovespa e ainda enfrentou problemas nos Estados Unidos, onde já são cinco os escritórios de advocacia que
entraram com ação coletiva judicial contra a estatal na justiça norte-americana, em nome
dos acionistas que compraram recibos de ações (ADR) entre maio de 2010 e
novembro deste ano. Além de Wolf Popper, Rosen Law Firm e Pomerantz Law
Firm, os escritórios Brower Piven e Khan Swick & Foti (KSF) querem
angariar investidores para processar a estatal brasileira de petróleo. A pretensão dos escritórios é recuperar as perdas
que os investidores tiveram pela companhia ter descumprido leis locais do mercado de capital. A primeira ação foi noticiada na segunda-feira,
movida pela firma Wolf Popper. A segunda ação veio do escritório Rosen
Law Firm e os argumentos são parecidos: acusam a petrolífera de ter
emitido material falso e enganado os investidores e de ter superfaturado
equipamentos e propriedades em suas demonstrações financeiras, devido
ao pagamento de propina em contratos. Ontem, a Petrobras informou ao mercado que
recebeu citação sobre a primeira ação coletiva, da firma Wolf Popper. A
estatal destacou que foi informada de que os autores da ação alegam que a
empresa teria feito declarações enganosas ao mercado. “A companhia realizará sua defesa através de
escritório de advocacia americano especializado e reitera que
está colaborando com as investigações conduzidas pelas autoridades
públicas”, comunicou a petroleira.
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