O
presidente da Anut (Associação Nacional dos Usuários do Transporte de
Carga), Luiz Henrique Teixeira Baldez, afirmou que o
cenário do transporte rodoviário no médio prazo, mesmo com as más condições nas estradas, é promissor. Ele explicou que atualmente mais de 60% dos produtos brasileiros são transportados por
frotas de caminhões em mais de 1,6 milhão de quilômetros de estradas
nacionais, sendo apenas 12% pavimentadas.
Segundo o dirigente, apesar do atual momento no setor rodoviário não ser dos melhores, o
transporte de cargas para os próximos anos será promissor, visto as
melhorias logísticas e os projetos portuários em andamento no País.
“Isso complementaria todos os corredores logísticos para a exportação
brasileira”, disse.
Baldez destacou que projetos governamentais voltados à melhoria das condições das estradas brasileiras existem, porém estão parados por falta de recursos financeiros, como é o caso do Arco Norte, no Paraná. “Pensar em soluções para os estados do Mato Grosso, Pará, Maranhão, Amazonas, entre outros, é fundamental, pois 60 milhões de toneladas de grãos são produzidos no norte e nordeste", contou.
Baldez destacou que projetos governamentais voltados à melhoria das condições das estradas brasileiras existem, porém estão parados por falta de recursos financeiros, como é o caso do Arco Norte, no Paraná. “Pensar em soluções para os estados do Mato Grosso, Pará, Maranhão, Amazonas, entre outros, é fundamental, pois 60 milhões de toneladas de grãos são produzidos no norte e nordeste", contou.
"Toda essa carga", argumentou, "vem de caminhão para escoar nos portos
do sudeste e sul porque nos outros estados não há ferrovias adequadas
para receber essa produção. Quando houver a implantação da malha
logística, todo o sistema será aliviado e, com isso, haverá um
equilíbrio maior na matriz de transporte no país”, salientou Baldez.
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