sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Jorge Paulo Lemann é o homem mais rico do Brasil, segundo a revista Forbes

       O empresário Jorge Paulo Lemann é o homem mais rico do Brasil em 2015, segundo levantamento da revista Forbes Brasil, divulgado nesta sexta-feira (28), com uma fortuna de R$ 83,7 bilhões. Ele já havia ficado no topo da lista no ano passado.
       Outros dois bilionários no ranking são os sócios de Lemann, Marcel Telles (o 3º, com R$ 42,6 bilhões e Beto Sicupira (o 4º, com R$ 36,9 bilhões). Os três são os controladores da AB Inbev e de outras companhias como a Heinz e o Burger King e quase duplicaram seu patrimônio desde o ano passado.
       O quarto brasileiro mais rico é Joseph Safra, com R$ 52,9 bilhões. A revista, que pertence ao grupo editorial Forbes, dos Estados Unidos, informou que 80 dos 150 bilionários brasileiros do ranking anterior tiveram seu patrimônio aumentado ao longo do último ano, apesar da crise econômica. O patrimônio dos 160 bilionários brasileiros da lista 2015 atingiu cerca de R$ 806,66 bilhões, o equivalente a 14,66% do PIB brasileiro no último ano.

Importação brasileira de máquinas e equipamentos para a indústria de bens deve cair 24% em 2015

       As importações brasileiras de máquinas e equipamentos para a produção industrial deverão cair 24,6% em 2015, na comparação com o ano passado. A projeção foi relatada em um estudo da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos (Abimei). No primeiro semestre, houve uma queda de 15,8% nas importações, que voltaram ao patamar de cinco anos atrás. De janeiro a junho, as empresas compraram o equivalente a US$ 20,32 bilhões em bens de capital.
       O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que pelo lado da demanda o recuo interanual de 11,9% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) foi verificado principalmente pela redução na produção e na compra de bens de capital - que incluem as máquinas e equipamentos e também veículos, como caminhões e ônibus.
       A associação atribuiu o recuo previsto para o ano à escalada do dólar e ao clima de insegurança no campo político-econômico. Segundo a pesquisa, a queda mais acentuada será nos acessórios de maquinaria industrial, com uma retração de 53,1% nas importações em relação ao ano passado. Em seguida, devem ficar as chamadas máquinas-ferramenta (usadas para fabricação de peças de diversos materiais), com uma queda de 44,7% no total importado.

Taxa de crescimento da economia do Brasil fica em 33º em ranking de 35 países listados pela Austin Rating

       A queda de 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2014 coloca o Brasil na 33ª posição em uma lista de 35 países que tiveram suas taxas de crescimento listadas pela consultoria Austin Rating.
       A economia brasileira só não teve performance pior entre abril e junho do que as da Rússia, que encolheu 4,6%, e a da Ucrânia, com retração de 14,7% na mesma comparação - a economia ucraniana padece dos efeitos de uma guerra civil patrocinada pela Rússia, que por isso é alvo de embargo da Europa e dos Estados Unidos.
       O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, projetou uma queda de 2,1% para o PIB brasileiro neste ano. E uma queda menor em 2016, de 0,3%. "Se confirmada nossa estimativa de retração do PIB no biênio 2015-2016 será o pior desempenho econômico do Brasil em 85 anos. Uma vez que a última vez que o Brasil teve dois anos seguidos de retração do foi em 1930 (-2,1%) e 1931 (-3,3%) refletindo, em parte, a grande depressão mundial que se seguiu ao crash da bolsa de Nova York em 1929", observou Agostini.

Exportações brasileiras sobem 3% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre do ano

       As exportações contabilizadas no Produto Interno Bruto (PIB) subiram 3,4% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que anunciou nesta sexta-feira (28) os resultados das Contas Nacionais Trimestrais.
       Na comparação com o segundo trimestre de 2014, as exportações mostraram alta de 7,5%.
As importações contabilizadas no PIB, por sua vez, recuaram 8,8% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano. Já na comparação ao segundo trimestre de 2014, as importações caíram 11,7%.
       A contabilidade das exportações e importações nas Contas Nacionais é diferente da realizada para a elaboração da balança comercial. No PIB, entram bens e serviços, e as variações porcentuais divulgadas dizem respeito ao volume. Já na balança comercial, entram somente bens, e o registro é feito em valores, com grande influência dos preços.

Superintendente do Porto de Rio Grande, Janir Branco, afirma que dragagem será "transparente e com participação social"



       O Conselho de Autoridade Portuária (CAP) do Porto de Rio Grande se reuniu nesta sexta-feira, 28, para avaliar projetos em andamento. O superintendente Janir Branco apresentou o resultado da Audiência Pública na Câmara Municipal de Vereadores. “Foi um momento em que podemos explicar para a sociedade de que forma esse processo é conduzido, de quem são as competências sobre edital, fiscalização e definição do sítio de descarte e ainda mostrar que a Superintendência quer uma dragagem transparente e com a participação social”, explicou Branco. Foram tratados ainda temas como o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento e o convênio de delegação do Porto do Rio Grande. 
      Nesta sexta-feira, também foi definida no Porto Velho mais uma formação do Convênio 671/2014 entre a Superintendência do Porto do Rio Grande e o Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema). A atividade foi direcionada aos portuários, TPA’s e terceirizados que atuam nas instalações portuárias localizada no Centro Histórico de Rio Grande. O tema da atividade foi o histórico dos resíduos sólidos.
       O Conselho de Direção da Superintendência do Porto do Rio Grande igualmente se reuniu hoje, presidido pelo secretário estadual-adjunto da Secretaria dos Transportes e Mobilidade, engenheiro Humberto Canuso.  Foram examinadas questões como as tarifas portuárias, quadro de pessoal e solicitações de outros órgãos à SUPRG. 
        Em outra reunião, mas em Brasília, a chefe da Divisão de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da Suprg, Mara Núbia de Oliveira, esteve no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), tratando do plano de atendimento das condicionantes da Licença Ambiental do porto gaúcho. Ela disse que o objetivo é a renovação da Licença de Operação 03/97. Sobre o assunto, o superintendente Janir Branco garantiu: “Estamos em constante busca pelo aperfeiçoamento de nossa gestão ambiental e a renovação de nossa licença é prioridade de nossa administração”.







SEP publica autorização para 28 estudos de viabilidade para arrendamento de portos


       A Secretaria de Portos publicou nesta quinta-feira (27), no Diário Oficial da União (DOU), a autorização para realização de 28 estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental para o arrendamento dos portos de Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Suape e São Francisco do Sul (SC), na foto.
       As empresas autorizadas terão 60 dias para apresentar os estudos, que serão avaliados por uma comissão nomeada pelo ministro dos Portos, Edinho Araújo. Após a avaliação, os estudos poderão ser selecionados para subsidiar o arrendamento das áreas.
       As publicações fazem parte da nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL) Portos, lançado pelo governo federal em junho deste ano, que prevê investimentos estratégicos em portos, ferrovias, rodovias e aeroportos.
       As autorizações concedidas estão previstas nos Procedimentos de Manifestação de Interesse (PMI’s), conforme os Editais de Chamamento Público nº 1, 2, 3, 4, 5 e 6, publicados no Diário Oficial da União em 13 de julho de 2015.

Novas exigências de Petrobras provocarão prejuízo extra de mais de US$ 600 milhões à Sete Brasil


       A Sete Brasil terá prejuízo extra de US$ 600 milhões a US$ 800 milhões devido às novas exigências feitas pela Petrobras para a operação de sondas do pré-sal. o valor foi calculado pelos sócios da empresa. A perda representa 15% dos 4 bilhões de dólares já investidos por ela até agora.
Criada para construir navios que posteriormente seriam alugados pela estatal para explorar petróleo em áreas profundas, a Sete Brasil luta para se reerguer desde que foi citada na operação Lava Jato.
       O escândalo paralisou a compra de plataformas e aparelhos e minou o caixa da companhia, já que a petroleira está atrasando pagamentos e os custos de financiamento subiram. Devido à queda dos preços do barril de petróleo, o aluguel de sondas de petróleo no exterior passou a custar cerca de 300 mil dólares por dia, enquanto a Sete Brasil cobraria mais de 400 mil dólares diários.
       
       Por isso, técnicos da Petrobras planejariam desfazer acordos com a empresa. O plano de reestruturação da Sete prevê que ela opere pelo menos sete das 15 sondas em construção para que o investimento se torne viável. Mas, pelas novas exigências da Petrobras, como a parceira não tem experiência em comandar esse tipo de atividade, apenas cinco navios poderão ser administrados por ela. 
       A Sete Brasil fica ainda proibida de ter participação minoritária nas outras empresas que vão operar as demais sondas. Além disso, a área técnica da estatal pedia o cancelamento dos contratos dos equipamentos em que a Sete não cumprisse a cota de conteúdo nacional. Após negociações, concordou-se em resolver o impasse com o pagamento de multa, como previsto anteriormente, mas o valor da punição foi dobrado.