domingo, 12 de abril de 2015

Dilma diz que democracias na América Latina priorizam o desenvolvimento sustentável

      A presidente Dilma Rousseff afirmou que a democracia e os novos paradigmas políticos dos últimos anos, na América Latina, inverteram a lógica da ação do Estado conferindo prioridade ao desenvolvimento sustentável aliado à justiça social na região. As declarações foram feitas na manhã deste sábado (11), na 1ª sessão plenária da Cúpula das Américas, que ocorre no Panamá.
      Dilma atribuiu os avanços ao rigor democrático da região e à capacidade dos países latino-americanos de se organizarem em fóruns como o Mercosul, a Aliança do Pacifico, a Unasul e a Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), nos últimos anos. Para a presidente, essa integração entre os países da América Latina e do Caribe tem o papel de reduzir as desigualdades sociais e promover o desenvolvimento da região.
       "Hoje a América Latina e o Caribe têm menos pobreza, menos fome, menos analfabetismo e menos mortalidade infantil e materna. (...) Mas é preciso mais riqueza, dignidade, educação e é isso o que vamos construir nos próximos anos", afirmou Dilma Rousseff.
       "Mas não podemos fechar os olhos para a persistência de desigualdades, que ainda afetam, em diferentes graus, a todos os países do hemisfério", acrescentou. A presidente também defendeu a necessidade de se aumentar e consolidar a justiça social no continente.

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