A Petrobras não explicou até agora os motivos que a levaram a pagar US$ 434 milhões a mais pelo consumo passado do chamado gás rico (misturado com componentes nobres), importado da Bolívia. A operação foi noticiada no final de agosto, depois da assinatura de um contrato, em Santa Cruz de La Sierra, por Alcides Santos, diretor de gás e energia da estatal brasileira, e pelo presidente da boliviana YPFB, Carlos Villegas, na presença do presidente da república, Evo Morales, que estava em plena campanha pela reeleição, confirmada na semana passada.
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